Negócio potente

Allos (ALOS3) pode pagar dividendos acima de 20% após acordo bilionário

Parceria com Kinea reforça caixa e pode turbinar retorno ao acionista já em 2026.

Reprodução: Shopping Tijuca
Reprodução: Shopping Tijuca
  • Dividend yield pode ultrapassar 20% em 2026
  • Operação com Kinea pode gerar até R$ 2 bilhões
  • Empresa mantém controle e cria nova fonte de receita

A Allos (ALOS3) fechou uma parceria com a Kinea que pode transformar ainda mais sua já forte geração de dividendos.

Com a operação, analistas veem potencial para o dividend yield superar 20% em 2026, bem acima dos níveis atuais.

Operação pode destravar bilhões

A companhia estruturou um fundo imobiliário de até R$ 2 bilhões com a gestora.

Desse total, parte relevante entra como caixa imediato, podendo chegar a cerca de R$ 1,1 bilhão.

Além disso, a Allos seguirá como cotista e gestora dos ativos, garantindo receita recorrente.

Dividendos podem disparar

Segundo o JP Morgan, o negócio pode adicionar até 8 pontos percentuais ao yield esperado.

Hoje, a empresa já projeta cerca de 12% de dividend yield para 2026.

Com isso, o retorno ao acionista pode atingir patamares raros na bolsa brasileira.

Estratégia mantém controle e gera renda

A Allos continuará operando os shoppings vendidos ao fundo.

Além disso, receberá taxa de gestão de 0,8% ao ano, reforçando o fluxo de caixa.

Desse modo, o modelo permite reciclar capital sem perder controle operacional, ponto elogiado pelos analistas.

Mercado vê criação de valor

Bancos como JP Morgan, Santander e Bradesco BBI recomendam compra da ação.

Ademais, os preços-alvo variam entre R$ 37 e R$ 40, acima das cotações recentes.

Por fim, o Goldman Sachs adota postura mais cautelosa, citando riscos no prazo de recebimento dos recursos.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.