
- Banco do Brasil (BBAS3) corrige após rali e perde força no curto prazo.
- Resistência entre R$ 24,29 e R$ 25,67 define retomada da alta.
- Tendência de médio prazo segue positiva apesar do ajuste.
O Banco do Brasil (BBAS3) passa por uma correção após atingir a faixa de R$ 27,75, com o papel agora próximo de R$ 23,65. O movimento reflete perda de força no curto prazo após forte valorização.
Além disso, apesar da queda recente, o ativo ainda acumula alta de 8,89% em 2026, mantendo uma estrutura construtiva no médio prazo.
Curto prazo mostra pressão vendedora
No curto prazo, o Banco do Brasil (BBAS3) segue abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, indicando continuidade do movimento corretivo.
O ativo também apresenta estrutura de topos e fundos descendentes, reforçando o viés de baixa momentâneo.
Assim, o papel ainda precisa superar resistências para indicar retomada do fluxo comprador.
Pontos-chave para o próximo movimento
Para voltar a subir, o papel precisa romper a região entre R$ 24,29 e R$ 25,67, o que pode abrir espaço para novas altas.
Caso isso aconteça, os próximos alvos ficam em R$ 27,75 e R$ 28,33.
Por outro lado, a perda do suporte em R$ 22,89 pode intensificar a queda, com risco de buscar níveis mais baixos.
Tendência de médio prazo segue positiva
Mesmo com a correção, a tendência é de alta preservada.
O ativo ainda negocia próximo às médias e mantém estrutura favorável no horizonte mais amplo.
Dessa forma, o cenário atual pode representar apenas uma pausa dentro da tendência principal.