Potencial de alta

Brava (BRAV3) vira compra para Goldman mesmo com queda; ação pode subir 16%

Banco vê papel “barato” após ficar para trás e aponta forte geração de caixa.

Brava (BRAV3) vira compra para Goldman mesmo com queda; ação pode subir 16%
  • Goldman eleva Brava (BRAV3) para compra com preço-alvo de R$ 24,50
  • Ação ficou para trás do setor e abre oportunidade de entrada
  • Fluxo de caixa forte e dividendos entram no radar

O Goldman Sachs elevou a recomendação da Brava Energia (BRAV3) para compra, destacando uma relação risco-retorno mais atrativa. Assim, o banco vê espaço relevante de valorização.

Além disso, o preço-alvo foi definido em R$ 24,50, o que representa potencial de alta de cerca de 16%. Portanto, a ação entra no radar mesmo após desempenho recente mais fraco.

Papel ficou para trás

Apesar da alta de 29% no ano, a Brava ficou atrás do setor. Dessa forma, outras petroleiras subiram cerca de 55%, enquanto o Brent avançou 80%.

Além disso, a estratégia de hedge limitou ganhos no curto prazo. Assim, cerca de 70% da produção está travada a preços menores, reduzindo o upside imediato.

Enquanto isso, esse efeito tende a diminuir ao longo do tempo. Portanto, o potencial pode aparecer com mais força nos próximos anos.

Caixa forte e dividendos no radar

O banco projeta yield de fluxo de caixa livre de 25% em 2027. Dessa forma, a companhia se destaca entre as petroleiras brasileiras.

Além disso, a desalavancagem abre espaço para dividendos mais elevados. Assim, o yield pode atingir dois dígitos entre 2027 e 2028.

Por fim, o Goldman vê crescimento de produção e possíveis vendas de ativos como gatilhos. Mesmo assim, mantém preferência relativa pela PRIO (PRIO3) no setor.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.