
- Nubank (ROXO34), Axia (AXIA3), BTG (BPAC11), Itaú (ITUB4) e Localiza (RENT3) lideram o consenso do buyside
- Preferências variam entre gestores locais e investidores internacionais
- Utilities, bancos e construção concentram maior alocação na Bolsa
Os investidores institucionais reforçaram seus maiores consensos na Bolsa brasileira e elegeram Nubank (ROXO34), Axia Energia (AXIA3), BTG Pactual (BPAC11), Itaú (ITUB4) e Localiza (RENT3) como as cinco ações preferidas do buyside neste momento.
Segundo pesquisa do Itaú BBA, realizada com 127 gestores entre 8 de novembro e 5 de dezembro, esses papéis lideram as recomendações tanto de investidores locais quanto internacionais. Do total de entrevistados, 78% são brasileiros, com forte concentração em São Paulo e Rio de Janeiro.
Preferências variam por região
Entre os investidores internacionais, o Nubank (ROXO34) aparece como principal escolha, citado por 52,2% dos respondentes.
Além disso, Localiza (RENT3) e Itaú (ITUB4) completam o pódio fora do país.
Enquanto isso, entre as gestoras paulistas, o BTG Pactual (BPAC11) lidera as indicações, seguido por Axia Energia (AXIA3) e Itaú (ITUB4).
Já no Rio de Janeiro, a Equatorial (EQTL3) mantém a liderança, embora o papel tenha baixa penetração entre paulistas e estrangeiros.
Mudanças no ranking
Na comparação com a pesquisa anterior, Localiza (RENT3), Bradesco (BBDC4) tiveram destaque.
Além disso, Mercado Livre (MELI34) e Cyrela (CYRE3) também entraram no grupo das dez ações mais citadas.
Assim, substituíram Sabesp (SBSP3), Copel (CPLE6), Rede D’Or (RDOR3) e Direcional (DIRR3).
Maior potencial de retorno
Quando questionados sobre maior retorno esperado nos próximos seis meses, os gestores apontaram, por ordem, as seguintes empresas:
- Localiza (RENT3)
- Nubank (ROXO34)
- Axia Energia (AXIA3)
Setores preferidos e evitados
Além das ações, o levantamento mostrou posicionamento claro por setor.
Os gestores estão overweight em utilities, grandes bancos, construtoras, financeiro fora bancos e consumo e varejo.
Por outro lado, seguem underweight em óleo e gás, aço e mineração, educação, papel e celulose e telecomunicações.
Segundo o Itaú BBA, o destaque foi o avanço do setor de construção, impulsionado sobretudo pelas respostas dos gestores de São Paulo.