
- Casas Bahia (BHIA3) acumula queda de 55,87% em 2026
- Mercado monitora suporte crítico em R$ 1,22
- Análise aponta continuidade da pressão vendedora
A Casas Bahia (BHIA3) continua entre os papéis mais pressionados da Bolsa em 2026. As ações acumulam queda de 55,87% no ano e seguem próximas da mínima histórica, mantendo o mercado em alerta.
Mesmo após uma alta pontual de 3,73% na última sessão, os papéis encerraram cotados a R$ 1,39 sem alterar o cenário negativo.
Pressão segue forte no ativo
Segundo análise técnica, a estrutura da ação permanece bastante fragilizada no médio prazo.
O papel continua negociando abaixo das principais médias móveis, reforçando a predominância do fluxo vendedor e a dificuldade de retomada mais consistente.
Na avaliação, o principal suporte segue na região de R$ 1,22, atual mínima histórica da companhia.
Mercado monitora possível nova queda
Caso o ativo perca esse nível, a pressão vendedora pode acelerar ainda mais o movimento de baixa.
Por outro lado, uma recuperação mais consistente dependeria da superação das resistências em R$ 1,65 e R$ 2,08.
Acima dessas regiões, o papel poderia buscar níveis mais elevados, mas o cenário atual ainda inspira cautela entre investidores.