
- Privatização avança com redução de risco relevante
- Contrato até 2073 garante previsibilidade de receita
- Base regulatória fortalecida aumenta valor da empresa
A Copasa (CSMG3) assinou contrato de concessão com Belo Horizonte que passa a valer caso a privatização avance. O movimento já reduz incertezas relevantes no processo.
Além disso, o acordo prorroga o contrato até 2073, garantindo previsibilidade de longo prazo e reforçando a base de ativos da companhia.
Privatização ganha tração
A assinatura elimina o principal risco da tese de desestatização. Segundo o UBS BB, Belo Horizonte é o ativo mais relevante da Copasa.
Sem esse contrato, o valor da empresa seria menor. Agora, a segurança jurídica aumenta o apetite dos investidores.
Com isso, o processo de privatização tende a avançar com mais consistência nos próximos meses.
Regras e impacto financeiro
O acordo prevê repasse de R$ 1,3 bilhão entre 2026 e 2028 ao município. Esse valor será incorporado à base regulatória.
Além disso, o contrato define uso de WACC pré-impostos e atualização anual da base de ativos, elevando previsibilidade tarifária.
Por fim, haverá compartilhamento de eficiência entre 25% e 90%, o que equilibra retorno e regulação.