
- CPFL Energia (CPFE3) ainda espera leilão de baterias em 2026
- Mercado vê armazenamento como nova frente bilionária do setor elétrico
- Possível adiamento para 2027 continua no radar das empresas
A CPFL Energia (CPFE3) afirmou que ainda espera a realização do primeiro leilão de baterias do sistema elétrico brasileiro em 2026. A sinalização veio do diretor vice-presidente de operações de mercado, Vitor Fagali, durante evento do setor.
Além disso, o executivo reconheceu que o cronograma pode sofrer atraso e acabar migrando para 2027. Mesmo assim, a expectativa continua elevada, principalmente porque o mercado enxerga o armazenamento de energia como uma das próximas grandes frentes de expansão do setor elétrico.
Mercado acompanha avanço do armazenamento
Segundo o executivo, o avanço das baterias no sistema elétrico será importante para aumentar flexibilidade operacional e melhorar o aproveitamento da geração renovável. Dessa forma, o tema ganhou espaço entre investidores e empresas de energia nos últimos meses.
Ao mesmo tempo, agentes do setor aguardam definições regulatórias e sinais mais claros do governo sobre o modelo do certame. Isso porque o leilão deve abrir caminho para novos investimentos bilionários em infraestrutura energética no país.
Ainda assim, empresas seguem se preparando para participar do processo, já que o armazenamento tende a ganhar relevância com o crescimento da energia solar e eólica no Brasil.
Setor elétrico entra em nova fase
Nos bastidores, analistas avaliam que o futuro leilão pode acelerar uma transformação importante no setor elétrico nacional. Além disso, a entrada das baterias tende a reduzir desperdícios e aumentar a segurança energética.
Por outro lado, parte do mercado ainda vê desafios relacionados ao custo dos projetos e à remuneração dos ativos. Portanto, a modelagem do certame será decisiva para definir o apetite das companhias.
Agora, investidores acompanham os próximos passos do governo e da Aneel para entender quando o primeiro leilão finalmente sairá do papel.