Balanço limita otimismo

CSN (CSNA3): alta do aço ajuda, mas dívida segue como preocupação

Goldman vê benefícios das novas tarifas, mas alerta para desafios financeiros da companhia.

Foto: Reprodução/Bloomberg
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  • CSN (CSNA3) pode ganhar com menor concorrência externa
  • Preços do aço seguem em trajetória de alta
  • Dívida e liquidez ainda pesam na tese de investimento

A CSN (CSNA3) também deve se beneficiar do ambiente mais favorável para o aço brasileiro após a renovação das tarifas de importação pelo Gecex.

As medidas ajudam a reduzir a pressão competitiva dos produtos importados e sustentam novas altas de preços no mercado doméstico.

Aço mais caro favorece resultados

Segundo o Goldman Sachs, os preços do aço continuam avançando no Brasil e ainda podem subir entre 5% e 10%.

A expectativa é que as siderúrgicas capturem ganhos relevantes de rentabilidade com esse movimento.

No caso da CSN, cada aumento nos preços tem potencial para impulsionar significativamente o Ebitda da companhia devido à forte alavancagem operacional.

Balanço limita otimismo

Apesar dos benefícios para a operação de aço, o banco segue mais cauteloso com a empresa.

A avaliação é que os ganhos operacionais não eliminam as preocupações relacionadas ao endividamento e à liquidez da companhia.

Por isso, embora o cenário para o setor tenha melhorado, a CSN continua enfrentando desafios que limitam uma visão mais positiva para as ações.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.