
- Governo quer dobrar a participação da Embraer (EMBJ3) na aviação doméstica até 2026
- Meta prevê salto de 12% para 25% da frota brasileira
- Gol e Azul estão no foco para novas encomendas
O governo federal quer ampliar de forma agressiva a presença da Embraer (EMBJ3) na aviação comercial brasileira. A meta é dobrar o número de aeronaves da companhia operando no país a partir de 2026.
Hoje, os aviões da Embraer representam cerca de 12% da frota doméstica. O objetivo do Ministério de Portos e Aeroportos é elevar essa fatia para 25% do mercado, segundo o ministro Silvio Costa Filho.
Aposta na indústria nacional
O ministro afirmou que a estratégia busca fortalecer a indústria brasileira e reduzir a dependência de fabricantes estrangeiros. Segundo ele, o movimento também pode gerar empregos, inovação e escala produtiva.
Além disso, Costa Filho declarou que espera novas encomendas de companhias aéreas, como Gol (GOLL4) e Azul (AZUL4), ampliando a frota com modelos da Embraer.
O governo vê espaço para avanço, já que outros países priorizam fabricantes locais. Nos Estados Unidos, cerca de 50% da frota usa aviões da Boeing, enquanto na França 48% operam com aeronaves da Airbus.