
- Goldman corta preço-alvo em 39%
- Lucro e margem devem cair em 2026
- Fluxo de caixa pode ficar negativo
A Hapvida (HAPV3) caiu forte após o Goldman Sachs rebaixar a recomendação para neutra e cortar o preço-alvo de R$ 18 para R$ 11.
Além disso, o movimento reflete preocupações com rentabilidade e geração de caixa já a partir de 2026.
Lucro despenca e caixa vira negativo
O banco reduziu a projeção de lucro em 84%, para cerca de R$ 120 milhões.
Enquanto isso, a margem Ebitda deve cair para 7,4%, pressionada pela alta sinistralidade e despesas judiciais.
Com isso, o fluxo de caixa livre pode ficar negativo em R$ 358 milhões, elevando o risco percebido.
Dívida e custos entram no radar
A Hapvida deve gastar cerca de R$ 1 bilhão em despesas financeiras, consumindo boa parte do resultado.
Além disso, o capex elevado e a judicialização ampliam o descasamento entre lucro e caixa.
Por fim, apesar de não haver risco imediato de liquidez, a alavancagem segue como ponto de atenção.