Ativo valorizado

Petrobras (PETR4) ganha novo gatilho; Búzios vira motor de valor e reforça compra

Bancos destacam crescimento da produção e veem campo como principal ativo para destravar valor.

Petrobras (PETR4) ganha novo gatilho; Búzios vira motor de valor e reforça compra
  • Petrobras (PETR4) ganha suporte com avanço do campo de Búzios
  • Produção pode chegar a 1,7 milhão de barris/dia
  • Bancos mantêm recomendação de compra para a estatal

A Petrobras (PETR4) reforçou sua tese de crescimento durante o Investor Tour 2026.

Com isso, bancos voltaram a destacar o campo de Búzios como principal motor de valor da estatal.

Búzios lidera expansão da produção

Atualmente, o campo opera com sete plataformas (FPSOs).

Ainda assim, a Petrobras prevê até 12 unidades no futuro, elevando a capacidade para 2,2 milhões de barris/dia.

Nesse cenário, o ativo se consolida como pilar da estratégia de longo prazo.

Produção pode surpreender o mercado

O Goldman Sachs projeta produção de até 1,7 milhão de barris/dia até 2029.

Além disso, novas plataformas devem entrar em operação já nos próximos trimestres.

Na prática, isso abre espaço para revisões positivas nas estimativas.

Novos FPSOs funcionam como gatilho

A entrada da P-79 deve ocorrer no curto prazo.

Na sequência, unidades como P-80, P-82 e P-83 devem acelerar o crescimento.

Com isso, o mercado passa a enxergar novos catalisadores para as ações.

Bancos reforçam visão positiva

O Morgan Stanley destacou que Búzios representa cerca de 62% do valor do upstream.

Já o JPMorgan reforçou recomendação de compra.

Desse modo, segundo o banco, o crescimento da produção é o principal driver da tese.

Eficiência operacional chama atenção

Ao mesmo tempo, o desempenho do campo segue acima do esperado.

Além disso, os reservatórios apresentam baixo declínio e alta produtividade.

Isso, por sua vez, sustenta um platô de produção mais longo.

Valuation e geração de caixa sustentam tese

Além do crescimento, os bancos destacam o valuation atrativo.

Ademais, a forte geração de caixa também reforça o potencial de retorno.

No fim das contas, o conjunto aumenta a confiança na ação.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.