Subindo novamente

Petróleo explode e faz PRIO3, PETR4 e BRAV3 dispararem: guerra pode levar barril ainda mais alto

Escalada militar no Oriente Médio impulsiona commodities e acende alerta global para energia.

Free pexels@pixabay oil petroleo
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  • Petróleo WTI dispara acima de US$ 110 e impulsiona setor
  • PRIO3 lidera ganhos, com forte alta entre petroleiras
  • Escalada da guerra com o Irã aumenta risco no mercado global

As ações de petroleiras abriram em forte alta nesta quinta-feira (2), puxadas pela disparada do petróleo no mercado internacional. O movimento ganhou força após novas declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, que indicou intensificação do conflito com o Irã.

Com isso, investidores reagiram rapidamente ao risco de interrupções no fornecimento global de energia, especialmente no estratégico Estreito de Ormuz, elevando os preços da commodity e impulsionando empresas do setor.

Petróleo dispara e puxa ações na B3

O petróleo WTI ultrapassou US$ 110 por barril, com alta superior a 13%, enquanto o Brent também avançou forte, superando os US$ 109. O movimento reflete o temor de restrições na oferta global em meio ao conflito.

Na B3, o impacto foi imediato. A Petrobras (PETR3, PETR4) registrou ganhos relevantes entre os papéis mais líquidos, acompanhando a valorização internacional da commodity.

Além disso, as petroleiras independentes lideraram as altas. A PRIO (PRIO3) disparou mais de 5%, enquanto PetroRecôncavo (RECV3) e Brava (BRAV3) também avançaram com força, reforçando o apetite do mercado pelo setor.

Guerra no radar pode sustentar alta

O mercado reagiu principalmente à sinalização de que o conflito pode se prolongar. Trump afirmou que a guerra só terminará após o cumprimento de objetivos militares estratégicos, elevando a incerteza global.

Com isso, cresce o risco de interrupções prolongadas no fluxo de petróleo, especialmente no Oriente Médio, região responsável por grande parte da produção mundial.

Nesse cenário, analistas avaliam que o petróleo pode permanecer em patamares elevados ou até avançar mais, o que tende a sustentar o bom desempenho das petroleiras no curto prazo.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.