
- PMIs do Brasil e dos EUA abrem a agenda econômica de 2026
- Exterior começa o ano positivo, puxado por tecnologia
- Mercado segue cauteloso com juros, fiscal e eleições
A primeira sessão de 2026 começa com foco total nos PMIs do Brasil e dos EUA, divulgados nesta sexta-feira (2). Os indicadores devem orientar o humor do mercado em um pregão ainda marcado por liquidez reduzida após o feriado.
Além disso, investidores monitoram o cenário externo, enquanto ajustam posições no início do ano. No Brasil, o mercado segue cauteloso com juros, fiscal e eleições.
Agenda econômica do dia
No Brasil, os dados de PMI e fluxo cambial abrem o calendário econômico de 2026. Esses números ajudam a medir o ritmo da atividade logo no começo do ano.
Além disso, os indicadores mostram como empresas iniciam o novo ciclo, especialmente após um 2025 de forte volatilidade.
Por isso, o mercado observa qualquer sinal de desaceleração.
Assim, mesmo sem grandes eventos, a agenda concentra atenção dos investidores locais.
EUA influenciam o humor
Nos Estados Unidos, o mercado acompanha o PMI e o balanço do Federal Reserve. Esses dados podem reforçar expectativas sobre a trajetória dos juros americanos.
Enquanto isso, as Bolsas de Nova York operam em alta, impulsionadas pelo otimismo com inteligência artificial. Ainda assim, gestores evitam movimentos bruscos.
Com isso, o cenário externo ajuda, mas não define sozinho o desempenho dos ativos brasileiros.
Brasil começa o ano em modo cautela
O Ibovespa encerrou 2025 com o melhor desempenho desde 2016, porém o cenário para 2026 é mais sensível. Agora, o foco recai sobre fiscal e calendário eleitoral.
Além disso, cresce a dúvida sobre o início do ciclo de cortes da Selic.
Embora parte do mercado ainda veja chance de redução em janeiro, dados fracos do emprego reduziram essa expectativa.
Dessa forma, o fluxo estrangeiro segue contido, mesmo com o exterior mais favorável.