
- Produção deve subir para 210 mil barris no fim de 2026.
- Bancos mantêm compra para PRIO3, com preços-alvo de R$ 53 a R$ 60.
- Destaques incluem caixa forte, eficiência elevada e cultura de alto desempenho.
A Prio (PRIO3) voltou a receber recomendações positivas após o dia do investidor, enquanto bancos globais e locais reafirmam confiança na empresa. Eles citam geração de caixa elevada, expansão operacional e uma cultura corporativa sólida como fatores que sustentam o bom momento.
Com isso, os preços-alvo variam entre R$ 53 e R$ 60, indicando espaço para valorização e reforçando a posição da petroleira entre os destaques do setor.
JPMorgan e Santander reiteram compra após reuniões com a empresa
O JPMorgan manteve a recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 55. Segundo o banco, a Prio considera adotar uma política de remuneração aos acionistas, já que a expectativa para o fluxo de caixa livre permanece forte.
O Santander também reafirmou compra, com alvo de R$ 53, e destacou que o encontro com investidores reforçou a visão positiva sobre o planejamento estratégico da companhia.
Além disso, ambos os bancos afirmam que a visibilidade operacional da Prio para 2026 segue entre as mais claras do setor.
XP prevê maior upside e destaca cultura de alto desempenho
A XP mantém recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 60, o mais otimista entre as casas. A corretora afirma que a cultura de alto desempenho da Prio fortalece a criação de valor no longo prazo.
Os analistas lembram que a empresa já apresentava resultados positivos antes do primeiro óleo de Wahoo, o que mostra consistência operacional.
Além disso, a XP citou sinergias em Peregrino e avanços nas áreas de eficiência e trading, fatores que ampliam a geração de valor.
Citi e BTG reforçam visão positiva; produção deve acelerar em 2026
O Citi manteve recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 55, enquanto o BTG Pactual repetiu a mesma indicação, com alvo de R$ 56. As duas casas ressaltam que a empresa vive uma fase operacional muito favorável.
A Prio projeta produção de 152 mil barris de óleo equivalente no 1º tri de 2026 e avanço para 210 mil barris no 4º tri, o que reforça o ritmo de expansão.
Esse aumento previsto fortalece o otimismo do mercado, já que eleva a confiança no crescimento sustentável da companhia.