
- CDBs pós-fixados pagam até 102,75% do CDI na XP
- Prefixados chegam a 14,21% ao ano em 12 meses
- LCIs e LCAs seguem atrativas e isentas de IR
Os investimentos em renda fixa seguem atrativos nesta quinta-feira (8), com CDBs pós-fixados pagando até 102,75% do CDI na plataforma da XP.
Além disso, títulos prefixados e atrelados à inflação mantêm taxas elevadas, refletindo um ambiente de juros altos, baixa liquidez e cautela no mercado doméstico.
CDBs lideram ofertas na renda fixa
Os CDBs concentram as melhores taxas do dia. Há opções prefixadas pagando até 14,21% ao ano para vencimento em 12 meses.
Já os CDBs pós-fixados chegam a 102,75% do CDI no prazo de um ano, atraindo investidores mais conservadores.
Nos títulos indexados à inflação, as taxas alcançam IPCA + 8,40% ao ano, também para vencimento em 12 meses.
LCIs e LCAs também seguem competitivas
As LCAs oferecem taxas prefixadas de até 11,15% ao ano em aplicações com prazo de 12 meses.
Enquanto isso, as LCIs prefixadas chegam a 11,29% ao ano no mesmo vencimento. Nos pós-fixados, os retornos atingem até 86,5% do CDI.
Por serem isentas de Imposto de Renda para pessoas físicas, LCIs e LCAs continuam atraindo investidores em busca de eficiência fiscal.
Destaques de emissões bancárias na XP
Entre as opções disponíveis, o CDB PicPay paga 105,25% do CDI, com vencimento em janeiro de 2028.
Ademais, o CDB Banco C6 oferece taxa prefixada de 13,60% ao ano, também com vencimento em janeiro de 2028.
Já o CDB Pine remunera 103% do CDI, com prazo mais longo, até janeiro de 2029.
Cenário de juros sustenta atratividade
A curva de juros futuros segue relativamente estável nos vencimentos curtos, enquanto a ponta longa permanece pressionada.
Além disso, esse movimento reflete baixa liquidez, ausência de gatilhos domésticos relevantes e influência do cenário externo.
Com isso, a renda fixa bancária continua se beneficiando do ambiente de juros elevados no início de 2026.