
- Reservas provadas sobem para 12,1 bilhões de boe, com reposição de 175%
- Bacia de Santos segue como pilar central da geração de valor
- PETR3 e PETR4 mantêm leitura construtiva entre analistas
A Petrobras (PETR3; PETR4) informou que suas reservas provadas fecharam 2025 em 12,1 bilhões de barris de óleo equivalente, acima dos 11,4 bilhões de 2024. Assim, a estatal voltou a entregar crescimento relevante.
Além disso, a companhia adicionou cerca de 1,7 bilhão de boe, o que resultou em uma taxa de reposição de reservas de 175%. Esse indicador reforça a qualidade do portfólio e a disciplina operacional.
Ativos estratégicos impulsionam reservas
O avanço veio, principalmente, do desempenho dos campos de Búzios, Tupi, Itapu e Mero, todos na Bacia de Santos. Esses ativos seguem como o principal motor de valor da companhia.
Ao mesmo tempo, a Petrobras avançou no desenvolvimento de Budião, Budião Noroeste e Budião Sudeste, em águas profundas da Bacia Sergipe-Alagoas. Assim, ampliou o potencial de médio prazo.
Além disso, novos poços em Búzios, Tupi, Marlim Sul e Jubarte reforçaram a base de reservas. Isso ocorreu mesmo após um ano de produção recorde.
Bancos veem impacto positivo nas ações
Diante dos números, o JP Morgan avaliou o resultado de forma positiva. Por isso, reiterou recomendação overweight, com preço-alvo de R$ 44.
Enquanto isso, o Morgan Stanley destacou que a vida útil das reservas, estimada em 12,5 anos, segue atrativa. Assim, manteve recomendação equivalente à compra, com preço-alvo de US$ 17 por ADR.
Já a Genial Investimentos apontou impacto limitado do preço do petróleo nas reservas. Segundo o banco, os baixos custos de extração reduzem riscos de write-offs. Ainda assim, a casa manteve recomendação neutra, com preço-alvo de R$ 44.