
- Sabesp (SBSP3) vê mais risco na privatização da Copasa (CSMG3)
- Cronograma apertado e regulação geram incerteza
- Companhia prioriza projetos em São Paulo e pode elevar capex
A Sabesp (SBSP3) avalia com cautela uma possível participação na privatização da Copasa (CSMG3). Assim, a companhia destacou riscos maiores e cronograma apertado no processo.
Além disso, o CEO Carlos Piani afirmou que a decisão dependerá da relação entre risco e retorno. Portanto, a entrada no leilão ainda não está garantida.
Risco e timing no radar
A Sabesp vê o processo como desafiador. Dessa forma, o cronograma foi classificado como “corrido”, o que aumenta a complexidade da operação.
Além disso, o modelo regulatório de Minas Gerais preocupa. Assim, a companhia avalia que ele é menos robusto que o de São Paulo.
Enquanto isso, há definições pendentes. Portanto, o nível de incerteza ainda é elevado para uma decisão imediata.
Foco segue em São Paulo
A empresa mantém prioridade nos projetos locais. Dessa forma, o programa Universaliza São Paulo aparece como oportunidade mais clara.
Além disso, a Sabesp monitora sua capacidade de execução. Assim, uma eventual entrada na Copasa depende do cumprimento das metas atuais.
Por fim, o capex pode aumentar. Portanto, os investimentos previstos de R$ 70 bilhões até 2029 devem passar por ajustes.