
- Pós-fixados ganham força com juros mais altos
- Prefixados oferecem retorno alto, mas com risco
- Crédito privado exige seletividade e atenção
O novo cenário da Selic mais alta por mais tempo mudou a lógica da renda fixa no Brasil. Após corte menor, o mercado já projeta juros em torno de 12,5% em 2026, o que exige ajustes na carteira.
Além disso, o ambiente global pressionado, com petróleo em alta e riscos geopolíticos, reforça a cautela entre investidores.
Pós-fixado volta a dominar
Os títulos atrelados ao CDI e à Selic retomaram protagonismo. Com juros elevados, eles entregam retorno alto com baixo risco.
Enquanto isso, o Tesouro Selic volta a ser peça central da carteira, especialmente para quem busca liquidez.
Além disso, LCIs e LCAs ganham força por serem isentas de IR, podendo superar o Tesouro em retorno líquido.
Prefixados e IPCA exigem estratégia
Os prefixados oferecem taxas próximas de 14% ao ano, porém exigem cautela diante da incerteza sobre os juros.
Enquanto isso, os títulos atrelados à inflação (IPCA+) seguem atrativos, com taxas ao redor de IPCA + 7%, mas sofrem com volatilidade no curto prazo.
Com isso, a recomendação é investir nesses papéis apenas com foco no longo prazo.