Novo concorrente?

TikTok quer virar banco no Brasil e plano pode mudar jogo contra Nubank

Plataforma busca aval do BC para entrar em pagamentos e crédito e ampliar atuação no país.

TikTok quer virar banco no Brasil e plano pode mudar jogo contra Nubank
  • TikTok busca licença para atuar como fintech no Brasil
  • Plano inclui pagamentos, contas e crédito dentro do app
  • Movimento pode ampliar concorrência com Nubank e bancos digitais

O TikTok, controlado pela ByteDance, iniciou um movimento para entrar no sistema financeiro brasileiro. A empresa solicitou ao Banco Central autorização para atuar como fintech de pagamentos e crédito.

Segundo fontes, foram feitos dois pedidos: um para operar como instituição de pagamento e outro como sociedade de crédito direto (SCD), ampliando o escopo de atuação da plataforma.

Plano inclui contas, pagamentos e crédito

Se aprovado, o TikTok poderá oferecer contas pré-pagas, permitindo que usuários armazenem saldo, recebam dinheiro e realizem pagamentos dentro do app.

Além disso, a licença de SCD permitirá a oferta de crédito com capital próprio ou via intermediação entre credores e tomadores.

Com isso, a empresa segue o modelo adotado por fintechs como o Nubank, ampliando serviços além do entretenimento.

Estratégia mira superapp financeiro

O movimento pode indicar uma tentativa de transformar o TikTok em um superaplicativo, integrando conteúdo, comércio e serviços financeiros.

Além disso, a empresa já testou esse modelo na China com o Douyin Pay, focado em e-commerce.

Assim, o Brasil surge como mercado estratégico, dado o alto engajamento digital.

Brasil entra no radar global da empresa

O país possui mais de 130 milhões de usuários adultos na plataforma, o que amplia o potencial de monetização.

Além disso, a ByteDance já anunciou investimentos bilionários em infraestrutura no Brasil.

Com isso, a entrada no setor financeiro pode marcar uma nova fase de expansão no país.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.