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Em busca de IPO, Madero já foi multado por propina

Antes mesmo de conseguir fazer IPO, já foi multada por propina. Veja mais detalhes!

Foto/Reprodução GDI
Foto/Reprodução GDI
  • Antes do IPO, Madero foi multado por R$ 422 mil pela CGU;
  • Pagamento da propina ocorreu em Balsa Nova e Ponta Grossa, no Paraná;
  • Madero precisa publicar matéria sobre propinas nos jornais.

Antes mesmo de conseguir fazer o IPO, o Madero já foi multado em R$ 422 mil pela Controladoria Geral da União (CGU) por pagar propina em dinheiro. Dessa forma, o pagamento de propina foi por meio dos funcionários federais que fiscalizavam as lojas da rede nas cidades de Balsa Nova e Ponta Grossa, no Paraná.

Entretanto, o pagamento de R$ 422 mil, determinado pela CGU equivale a 0,1% do valor do faturamento bruto da empresa no ano de 2017.

Portanto, Madero também deverá publicar matéria sobre a multa da CGU em uma edição dos jornais que tem maior tiragem e circulação nacional.

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IPO do grupo pode estar a caminho, saiba mais

De acordo com o jornal Valor Econômico, o IPO do Grupo Madero possivelmente será feito na B3 (B3SA3). Dessa forma, a companhia altera seus planos iniciais que visavam a abertura de capital na bolsa norte-americana Nasdaq. Atualmente, o grupo possui marcas super conhecidas ao redor do Brasil. São elas:

  • Madero;
  • O Madero Café;
  • Madero Grill & Salad;
  • Madero Chicken;
  • Jerônimo;
  • Durski;
  • Ecoparada Madero.

Além disso, o objetivo inicial do Madero também visava o IPO no ano passado. Contudo, teve de ser adiado para 2021 devido o cenário ruim dado a pandemia do coronavírus. Entretanto, há possibilidade de um novo adiamento, agora para 2022.

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Em busca de IPO, Madero atrasa pagamento de debêntures

  • Madero renegocia condições da quarta emissão de debêntures, de R$ 160 milhões.
  • Dessa forma, o prazo de vencimento aumentou em seis meses, passando de janeiro de 2022 para julho do mesmo ano.

Na semana passada a Madero concluiu a renegociação das condições de R$ 160 milhões em debêntures de sua quarta emissão. De acordo com a CVM, o Itaú BBA coordenou a operação e também “encarteirou” os papéis.

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