
- Salário mínimo sobe para R$ 1.621,00 a partir de janeiro
- Valor já estava previsto no Orçamento de 2026
- Reajuste de 6,79% segue regra de inflação mais PIB
O governo federal oficializou nesta quarta-feira, 24, o novo valor do salário mínimo que passa a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2026. A definição consta em decreto publicado no Diário Oficial da União.
Assim, o piso nacional será reajustado de R$ 1.518,00 para R$ 1.621,00, o que representa um aumento de 6,79% em relação ao valor atual.
Reajuste segue regra em vigor
O cálculo do novo salário mínimo segue a política permanente aprovada pelo Congresso. Além disso, a regra combina inflação e desempenho da economia brasileira.
Pelo modelo adotado, o reajuste considera o INPC acumulado em 12 meses até novembro. Com isso, o índice repõe o poder de compra dos trabalhadores.
Enquanto isso, a fórmula também incorpora o crescimento do PIB de dois anos antes, neste caso 2024. Portanto, o avanço da economia influencia diretamente o ganho real.
Impacto nas contas públicas
O aumento do salário mínimo afeta diretamente despesas obrigatórias do governo. Além disso, benefícios previdenciários e assistenciais utilizam o piso como referência.
Com isso, o novo valor já estava previsto no Orçamento de 2026 aprovado pelo Congresso. Assim, o impacto fiscal foi incorporado às projeções oficiais.
Por outro lado, o reajuste amplia a renda de trabalhadores formais e aposentados. Portanto, o governo espera efeitos positivos sobre consumo e atividade econômica.
Vigência começa em janeiro
O novo salário mínimo entra em vigor no primeiro dia de 2026. Assim, pagamentos feitos a partir de janeiro já devem refletir o valor atualizado.
Além disso, contratos e benefícios indexados ao mínimo também serão reajustados automaticamente. Com isso, milhões de brasileiros serão impactados.
Por fim, o decreto encerra o processo formal de definição do piso nacional. Portanto, não há previsão de novos ajustes ao longo do ano.