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Suzano se destaca, varejistas têm perdas

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Suzano lidera ganhos, enquanto varejistas enfrentam quedas no mercado de ações.

Em uma sessão marcada pela aversão ao risco, o mercado de ações brasileiro viu poucas ações fechando em território positivo. A Suzano (#SUZB3) foi uma das poucas exceções, registrando um sólido ganho de 2,04%, atingindo o valor de R$ 56,01 por ação. A empresa foi beneficiada pelo aumento do dólar e pelo anúncio de um reajuste de preço da celulose.

Outra empresa do setor de papel e celulose, a Klabin (#KLBN11), também teve um leve aumento de 0,50%, alcançando R$ 24,18 por ação. Já a Sabesp (#SBSP3) apresentou um desempenho positivo, com um ganho de 2,03% a R$ 61,69, indicando que os impasses entre a prefeitura de São Paulo e a empresa não devem impedir sua privatização. Além disso, a Natura (#NTCO3) subiu 1,95% para R$ 16,24, impulsionada por rumores de interesse de três compradores em sua subsidiária, The Body Shop.

Suzano Lidera Ganhos Enquanto Varejistas Amargam Quedas no Mercado de Ações

O mercado de ações brasileiro teve um dia volátil e desafiador, com a maioria das ações fechando no território negativo, refletindo a aversão ao risco e as repercussões das reuniões do Federal Reserve (Fed) e do Comitê de Política Monetária (Copom).

Entre os poucos destaques positivos, a Suzano (#SUZB3) se destacou, registrando um ganho notável de 2,04%, atingindo R$ 56,01 por ação. Esse desempenho foi impulsionado pelo aumento do dólar e pelo anúncio de um reajuste de preço da celulose, fortalecendo a posição da empresa no mercado.

Outra empresa do setor de papel e celulose, a Klabin (#KLBN11), também apresentou um aumento de 0,50%, alcançando R$ 24,18 por ação. A Sabesp (#SBSP3) teve um dia positivo, com ganhos de 2,03% a R$ 61,69, indicando que as preocupações sobre os impasses com a prefeitura de São Paulo não devem impedir seu processo de privatização. A Natura (#NTCO3) subiu 1,95% para R$ 16,24, impulsionada por rumores de interesse de três compradores em sua subsidiária, The Body Shop.

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Por outro lado, o setor de varejo enfrentou uma série de desafios, com o Magazine Luiza (#MGLU3) liderando as perdas, com uma queda significativa de 6,75% a R$ 2,35 por ação. Outras varejistas, como a Soma (#SOMA3), Arezzo (#ARZZ3) e Lojas Renner (#LREN3), também enfrentaram desempenhos negativos, caindo 6,71%, 5,71% e 4,84%, respectivamente.

Os principais bancos do país, incluindo o Banco do Brasil (#BBDC3 e #BBDC4), Banco do Brasil (#BBAS3), Itaú (#ITUB4) e Santander (#SANB11), também registraram baixas expressivas. Entre as blue chips, Petrobras (#PETR3 e #PETR4) e Vale (#VALE3) também enfrentaram perdas significativas, contribuindo para um dia de volatilidade no mercado de ações brasileiro.

Mercados globais e risco fiscal impulsionam alta do Dólar para R$ 4,93

Nesta quinta-feira, o dólar atingiu a marca de R$ 4,93 em relação ao real, refletindo a influência do cenário internacional e as preocupações fiscais após a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). A moeda norte-americana registrou um avanço significativo, seguindo a tendência de fortalecimento do dólar no mercado global.

O Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, manteve as taxas de juros inalteradas em sua última reunião, mas sinalizou a possibilidade de aumentos até o final do ano. Além disso, o Fed destacou a necessidade de manter as taxas em níveis elevados para combater a inflação persistente e a economia aquecida. Essa postura mais restritiva do Fed reverberou nos mercados financeiros ao redor do mundo.

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O Banco da Inglaterra (BoE) surpreendeu ao não alterar as taxas de juros em uma decisão apertada, porém, indicou que as taxas teriam que permanecer “suficientemente restritivas por período suficientemente longo”. Outros países, como Suécia, Noruega e Turquia, também elevaram suas taxas de juros. O Banco Central Europeu (BCE) e o Banco Central da Rússia já haviam tomado medidas semelhantes na semana anterior.

No contexto doméstico, o Copom optou por manter um ritmo constante de redução das taxas de juros, com um corte de 0,5 ponto percentual por reunião até o final do ano. No entanto, o Copom também destacou a preocupação com o risco fiscal, o que gerou cautela entre os investidores e contribuiu para a desvalorização do real em relação ao dólar.

O dólar à vista fechou o dia com um aumento de 1,13%, atingindo R$ 4,9352, após oscilar entre R$ 4,8908 e R$ 4,9362. Enquanto isso, o dólar futuro para outubro registrou uma alta de 1,13%, chegando a R$ 4,9420. No mercado internacional, o índice DXY teve um aumento de 0,23%, alcançando 105,363 pontos, o euro apresentou uma pequena queda de 0,04%, cotado a US$ 1,0659, e a libra esterlina perdeu 0,43%, sendo negociada a US$ 1,2292. O cenário global e as questões fiscais continuarão sendo fatores de influência nos mercados financeiros nas próximas semanas.

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