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Venezuela dá 72 horas para pessoal da ONU abandonar o país

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A ditadura da Venezuela ordenou que todos os funcionários do gabinete de direitos humanos da ONU saiam do país dentro de três dias, dizendo que vai conduzir uma revisão da cooperação.

Na quinta-feira (15), o governo do país sul-americano afirmou que tomou a decisão de “suspender as atividades do escritório de consultoria técnica do Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos e realizar uma revisão dos termos de cooperação técnica”.

A revisão será realizada nos próximos 30 dias, afirmou o governo em um comunicado, acrescentando que todos os funcionários da ONU associados ao escritório precisam deixar o país durante as próximas 72 horas.

O porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric, disse durante uma entrevista diária que havia acabado de ficar ciente da decisão da Venezuela e se pronunciara posteriormente.

Brasil se abstém de condenar ações da Ditadura Venezuelana enquanto países latinos expressam inquietação

Países latino-americanos, exceto o Brasil, expressaram “profunda preocupação” com a detenção da ativista Rocío San Miguel na Venezuela e a expulsão de funcionários da ONU. Maduro acusa a ONU de atitudes “colonialistas”. O Brasil não assina a nota conjunta, já que Lula é um fiel apoiador de Ditaduras de esquerda na américa latina

A detenção da ativista de direitos humanos Rocío San Miguel foi particularmente destacada, com os países exigindo sua libertação imediata. No entanto, o Brasil optou por não assinar a nota conjunta, revelando divisões dentro da região em relação à abordagem em relação à crise venezuelana.

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Além da detenção de San Miguel, os países signatários expressaram preocupação com a expulsão de funcionários do órgão de direitos humanos da ONU e tomaram uma posição firme contra tais medidas. A Venezuela, por sua vez, anunciou a expulsão desses funcionários, acusando a organização de adotar uma postura “colonialista” e “abusiva”. O governo do ditador Nicolás Maduro também anunciou a suspensão das atividades da assessoria técnica do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos no país, prometendo uma revisão abrangente da cooperação técnica.

Fonte: Agência Brasil

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