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O ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, afirmou que a volta de tributos federais sobre combustíveis pode elevar em até R$ 0,69 o preço da gasolina por litro já a partir de 1º de janeiro de 2022. A declaração ocorre após a indicação de que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva não pretende prorrogar o corte dos impostos federais sobre combustíveis.
A desoneração dos combustíveis, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, foi responsável por ajudar a conter o preço da gasolina, mas tem validade até 31 de dezembro de 2022. Caso uma medida provisória não seja editada, o preço da gasolina, do diesel, do etanol e do gás de cozinha pode sofrer alta já em 1º de janeiro de 2023.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Sachsida explicou que, por determinação do novo governo, não será possível editar uma medida provisória prorrogando a isenção de PIS e Cofins sobre combustíveis. Segundo ele, Lula optou por aumentar os preços dos combustíveis a partir de 1º de janeiro de 2023 como parte de um modelo de maior gasto público, conhecido como PEC da gastança. Para cobrir esses gastos, será necessário arrecadar mais, o que pode ser feito por meio do aumento dos tributos sobre combustíveis.
A decisão de aumentar os impostos sobre combustíveis pode ter impactos significativos na economia do país, uma vez que a gasolina é um produto amplamente utilizado por indústrias, transportadores e consumidores em geral. É importante que o governo e os setores envolvidos trabalhem juntos para encontrar soluções que minimizem os impactos negativos desse aumento para a população e a economia.
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