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Azul (AZUL53) vira a chave após recuperação e CEO descarta fusões

Companhia aérea afirma que prioridade agora será reduzir riscos e crescer com disciplina.

Azul
Foto: Azul Linhas Aéreas/Divulgação
  • Azul conclui Chapter 11 e reduz dívida em US$ 2,5 bilhões
  • Empresa abandona planos de fusões e aquisições
  • Investimentos de companhias aéreas estrangeiras reforçam caixa

A Azul (AZUL53) confirmou a saída do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos após cerca de nove meses de reestruturação financeira.

Agora, segundo o CEO John Rodgerson, a empresa abandona planos de aquisições e passa a focar em um modelo de crescimento responsável.

Balanço mais leve

Durante o Chapter 11, a companhia reduziu dívidas e obrigações de arrendamento em cerca de US$ 2,5 bilhões.

Além disso, levantou quase US$ 1,4 bilhão em dívida e cerca de US$ 950 milhões em capital novo.

Com isso, a alavancagem líquida caiu para menos de 2,5 vezes, nível bem inferior ao observado durante a pandemia.

Sem fusões no radar

A reestruturação também encerrou negociações antigas com concorrentes do setor aéreo.

O executivo afirmou que a empresa não pretende realizar M&A no curto prazo.

Ao mesmo tempo, American Airlines e United Airlines investiram US$ 100 milhões cada, reforçando a liquidez e a confiança na operação.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.