
- PRIO (PRIO3) é a preferida do JP Morgan
- BRAV3 e RECV3 são rebaixadas para neutro
- Petróleo mais alto impulsiona projeções do setor
O JP Morgan revisou sua visão para as petroleiras juniores e manteve recomendação de compra apenas para a PRIO (PRIO3).
Além disso, o banco rebaixou Brava (BRAV3) e PetroRecôncavo (RECV3) para neutro, mesmo com a alta recente do petróleo.
PRIO lidera com mais exposição ao petróleo
A preferência pela PRIO (PRIO3) reflete sua forte geração de caixa e maior exposição direta ao preço do barril.
Além disso, a companhia não possui hedge relevante, o que amplia o ganho com a alta da commodity.
Com isso, o banco vê potencial de produção de até 200 mil barris/dia em 2026.
Preço-alvo sobe e reforça tese
O JP Morgan elevou o preço-alvo da PRIO3 para R$ 73, ante R$ 55.
Além disso, o papel negocia a cerca de 3,4x EV/EBITDA e oferece yield de fluxo de caixa de 17,8% para 2026.
Esse conjunto reforça a melhor relação risco-retorno no setor.
BRAV3 perde força com incertezas
A Brava (BRAV3) sofreu rebaixamento após o banco adotar postura mais cautelosa.
Além disso, o hedge limita os ganhos com a alta do petróleo.
A proposta da Ecopetrol também adiciona incertezas sobre governança e estratégia.
RECV3 tem crescimento mais limitado
No caso da PetroRecôncavo (RECV3), o banco vê um perfil mais conservador.
Além disso, a atuação focada em ativos onshore reduz o potencial de crescimento.
O hedge também limita a captura da valorização do petróleo.
Petróleo mais alto muda cenário global
O banco elevou suas projeções para o Brent para US$ 85 em 2026 e US$ 75 em 2027.
Além disso, tensões geopolíticas seguem sustentando os preços da commodity.
Por fim, a PRIO (PRIO3) aparece como principal beneficiada desse novo ciclo.