Em baixa

PRIO (PRIO3), Petrobras (PETR4) e PetroRecôncavo (RECV3) caem após tombo de quase 9% do petróleo

Trégua no Oriente Médio derrubou as cotações do Brent e pressionou as ações das petroleiras brasileiras na segunda-feira (27).

Crédito: Depositphotos
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  • PRIO (PRIO3) caiu 5,29%, liderando as perdas entre as petroleiras brasileiras.
  • Petrobras (PETR3; PETR4) e PetroRecôncavo (RECV3) também fecharam em queda após o tombo do Brent.
  • Petróleo recuou quase 9% com a pausa nos ataques dos EUA ao Irã e expectativa de avanço diplomático.

As ações das principais petroleiras brasileiras fecharam em queda na segunda-feira (27), acompanhando o forte recuo dos preços internacionais do petróleo após sinais de redução das tensões no Oriente Médio.

Os papéis da PRIO (PRIO3) lideraram as perdas entre as empresas do setor, enquanto Petrobras (PETR3; PETR4) e PetroRecôncavo (RECV3) também encerraram o pregão no vermelho.

Brent despenca e pressiona petroleiras

O Brent caiu 8,7%, encerrando o dia cotado a US$ 88,36 por barril, enquanto o WTI recuou 7,5%, para US$ 82,61, após os Estados Unidos suspenderem os ataques ao Irã e aumentarem as expectativas de uma solução diplomática para o conflito.

Com a forte queda da commodity, as ações da PRIO (PRIO3) recuaram 5,29%, para R$ 55,71. Já a PetroRecôncavo (RECV3) perdeu 3,31%, fechando a R$ 10,24.

Na Petrobras, os papéis PETR3 caíram 3,15%, para R$ 46,05, enquanto PETR4 recuou 2,84%, encerrando o pregão a R$ 41,01.

Mercado ainda mantém cautela

Apesar da forte desvalorização do petróleo, a queda das petroleiras foi mais moderada do que a da commodity, refletindo a percepção de que o cenário geopolítico ainda permanece incerto.

Analistas avaliam que a pausa nos ataques americanos pode aliviar parte do prêmio de risco embutido no petróleo, mas alertam que uma nova escalada militar pode devolver rapidamente a volatilidade aos preços.

Assim, investidores seguem monitorando as negociações entre Estados Unidos e Irã, além da situação no Estreito de Ormuz, região estratégica para o abastecimento mundial de petróleo.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.