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Bolsas sobem em NY; Nasdaq atinge recorde

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Bolsas de Nova York avançam com PCE em linha com expectativas, impulsionando o Nasdaq a um novo recorde de fechamento.

Os mercados acionários de Nova York registraram ganhos nesta sessão, impulsionados pelo índice de gastos com consumo pessoal (PCE), que veio em linha com as expectativas do mercado. Isso renovou o otimismo dos investidores, que voltaram às compras, especialmente no Nasdaq, que atingiu um novo recorde de fechamento.

Os dados inflacionários sólidos reforçaram as apostas de que o Federal Reserve poderá iniciar os cortes nas taxas de juros a partir de junho. No fechamento, o Dow Jones subiu 0,12%, o S&P500 ganhou 0,52% e o Nasdaq avançou 0,90%, estabelecendo um novo marco. Os retornos dos Treasuries também recuaram.

Bolsas de NY registram alta com dados do PCE em conformidade, impulsionando expectativas de cortes nas taxas de juros dos EUA

Os mercados de ações em Nova York tiveram um dia de ganhos nesta sessão, com os principais índices fechando em território positivo.

O destaque foi para o Nasdaq, que alcançou um novo recorde de fechamento, impulsionado pelo dado do índice de gastos com consumo pessoal (PCE), considerado um dos mais importantes indicadores econômicos dos Estados Unidos. O PCE veio em linha com as expectativas do mercado, o que renovou o otimismo dos investidores, levando-os de volta ao mercado.

O desempenho sólido do PCE reforçou as apostas de que o Federal Reserve, o banco central dos EUA, poderá começar a reduzir as taxas de juros a partir de junho, em um esforço para conter as pressões inflacionárias.

Os investidores interpretaram os dados como um sinal de que a economia está se mantendo forte, mas sem uma aceleração significativa da inflação, o que sugere que o Fed pode adotar uma abordagem gradual em relação aos cortes nas taxas de juros.

No fechamento, o índice Dow Jones Industrial Average subiu 0,12%, para 38.996,39 pontos, enquanto o S&P500 ganhou 0,52%, fechando aos 5.096,27 pontos. O Nasdaq Composite avançou 0,90%, alcançando os 16.091,92 pontos, estabelecendo um novo recorde histórico de fechamento. Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA recuaram em resposta ao otimismo do mercado de ações, com os investidores realocando parte de seus investimentos em busca de retornos mais atrativos.

Expectativas de cortes de juros nos EUA em junho influenciam o comportamento do dólar, que fecha em leve alta acima de R$ 5

O mercado cambial encerrou uma sessão volátil nesta quinta-feira, com o dólar à vista mantendo-se em leve alta, mas persistindo acima do patamar de R$ 5.

A movimentação foi influenciada pela disputa pela formação da ptax de fevereiro e pela rolagem de contratos no mercado futuro. Sem grandes novidades no cenário interno, os investidores direcionaram sua atenção para os Estados Unidos, onde os dados econômicos desempenharam um papel crucial.

Em particular, o índice PCE, que é um indicador-chave da inflação, não apresentou um repique significativo, o que reforçou as expectativas de que o Federal Reserve adiará os cortes de juros até junho. Contudo, houve surpresas nos números da renda pessoal, que cresceu 1%, e nos gastos com consumo, que avançaram 0,2%, ambos superando as projeções do mercado.

No fechamento, o dólar à vista registrou uma alta de 0,05%, cotado a R$ 4,9725, após oscilações entre R$ 4,9587 e R$ 4,9980 ao longo do dia. No acumulado do mês, a moeda norte-americana apresentou um ganho de 0,71%, enquanto no ano acumula uma alta de 2,45%.

O dólar futuro para abril também registrou um leve aumento, de 0,11%, alcançando R$ 4,9870 às 17h07. No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar em relação a uma cesta de moedas estrangeiras, apresentou uma alta de 0,16%, atingindo 104,141 pontos. Enquanto isso, o euro e a libra esterlina registraram quedas em relação ao dólar, evidenciando a cautela dos investidores em meio à volatilidade do mercado cambial.

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