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Compra de ativos vai trazer a “independência” da Klabin?

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A Klabin (KLBN11), uma das líderes no setor de papel e celulose, anunciou na última quarta-feira (20) uma significativa aquisição de ativos florestais da Arauco, localizados no Paraná, pelo valor de US$ 1,16 bilhão. Essa transação bilionária não só chamou a atenção dos analistas de mercado, como também refletiu positivamente no valor das units KLBN11, que subiram 2,26%, cotadas a R$ 21,75, na quinta-feira pós-transação.

Esta aquisição compreende 85 mil hectares de áreas florestais produtivas e 31,5 milhões de toneladas de madeira em pé, além de máquinas e equipamentos florestais. A XP Investimentos analisa que este movimento acelera o próprio fornecimento de madeira da Klabin, uma meta que se esperava alcançar plenamente apenas no final desta década. A empresa espera gerar um Valor Presente Líquido (VPL) estimado em R$ 1,5 bilhão, equivalente a 6% do valor de mercado atual.

Três pilares principais da aquisição:

  • Aceleração do fornecimento de madeira própria: Reduzindo as necessidades de investimentos futuros.
  • Monetização do excesso de terra: Após a colheita da madeira, a Klabin planeja vender parte das terras adquiridas.
  • Redução dos custos: Otimização dos custos logísticos contribuirá para a diminuição dos custos operacionais.

A XP espera que os níveis de dívida líquida/Ebitda da Klabin aumentem para cerca de 4,0 vezes após a aquisição, abaixo do limite de 4,5 vezes estabelecido pela empresa durante fases de expansão. A previsão é que a empresa desalavanque progressivamente até 2026 e 2027.

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Para o JPMorgan, a transação faz sentido comercialmente e funciona como um seguro para os negócios da Klabin, reduzindo a dependência da empresa em relação a madeira de terceiros. A aquisição é vista como positiva, com expectativa de reação favorável do mercado.

Com a aquisição, a Klabin antecipará sua autossuficiência em eucalipto de 2029 para 2024. Após a colheita atual, a empresa espera ultrapassar a meta de 75% de autossuficiência em seus próprios bosques. A administração da Klabin enfatizou que possui níveis sólidos de caixa para apoiar a aquisição.

Qual a melhor ação de celulose para comprar em 2024?

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O setor de celulose no Brasil, um dos pilares da economia nacional, tem atraído olhares atentos dos investidores e analistas, especialmente em relação às ações de grandes empresas como Suzano e Klabin. Recentemente, o JP Morgan, maior banco dos Estados Unidos, trouxe novidades importantes sobre essas companhias, indicando um panorama misto para o futuro próximo.

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O JP Morgan elevou o preço-alvo da Suzano (SUZB3), um dos grandes players do setor, para R$ 76, atribuindo-lhe a classificação de “top pick” no segmento de celulose. Essa decisão vem em um momento crucial, com a Suzano se aproximando do lançamento do seu ambicioso Projeto Cerrado em 2024.

A expectativa é de que, com a finalização deste projeto, os investimentos (capex) da empresa sejam substancialmente reduzidos, impactando positivamente o fluxo de caixa a partir do segundo semestre de 2024. Além disso, prevê-se um crescimento aproximado de 30% no volume de celulose até 2025, conforme o projeto ganha velocidade. Contudo, o JP Morgan alerta para os riscos associados aos preços da celulose e às possíveis flutuações na taxa de câmbio do real.

Apesar do otimismo, a Suzano enfrenta desafios significativos. A desvalorização ou valorização do real além do esperado, bem como investimentos maiores do que os previstos (R$ 22,2 bilhões) no Projeto Cerrado, são pontos de atenção. Há também o risco de atrasos no início do projeto, previsto para 24 de junho.

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