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Ibovespa fecha em baixa, Petrobras e bancos pressionam; CSN lidera

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Ibovespa encerra em queda com ações da Petrobras e bancos, enquanto CSN registra perdas, embora apresente balanço positivo.

Nesta quinta-feira, o Ibovespa fechou em território negativo, descolando-se do mercado externo. Ações da Petrobras e principais bancos puxaram a baixa, com destaque para CSN, apesar de seu balanço positivo. O índice encerrou em queda de 0,43%, com Petrobras e VALE também registrando desvalorização. No entanto, alguns papéis apresentaram altas, como TIMS3, YDUQ3 e RENT3.

Ações da Petrobras e principais bancos pressionam Ibovespa para baixo, enquanto CSN lidera perdas, apesar de lucro trimestral

O mercado acionário brasileiro operou em um cenário de queda nesta quinta-feira, com o Ibovespa fechando em terreno negativo, desvinculando-se das tendências do mercado externo. A pressão negativa foi liderada pelas ações da Petrobras e dos principais bancos, que realizaram parte dos lucros recentes.

O índice de referência da bolsa brasileira encerrou o dia com uma queda de 0,43%, atingindo os 128.339,76 pontos, com um volume financeiro totalizando R$ 19,3 bilhões. As ações da Petrobras, PETR3 e PETR4, registraram desvalorizações de 0,58% e 1,10%, respectivamente, enquanto VALE3, da Vale, caiu 0,34%.

Entre os bancos, a exceção foi SANB11, que apresentou um pequeno aumento de 0,53%. No entanto, ITUB4, BBAS3, BBDC3 e BBDC4 registraram desvalorizações de 1,05%, 0,95%, 0,57% e 0,43%, respectivamente.

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Apesar de reportar um lucro líquido de RS 851 milhões no quarto trimestre, um aumento significativo na comparação anual, as ações da CSN lideraram as perdas, com uma queda de 4,80%. A avaliação é que, embora os números sejam positivos, o desempenho do setor de mineração do grupo superou o da siderurgia.

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Além disso, DXCO3 e PCAR3 também figuraram entre as maiores perdas, com desvalorizações de 4,12% e 4,07%, respectivamente. No entanto, algumas ações apresentaram ganhos, com destaque para TIMS3, YDUQ3 e RENT3, que registraram altas de 2,37%, 3,88% e 3,58%, respectivamente.

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Declarações de Powell e Lagarde impactam mercado cambial, enquanto investidores brasileiros avaliam dados fiscais e de fluxo

O dólar apresentou uma queda em relação ao real, seguindo o movimento de baixa da moeda americana frente aos seus principais pares. O mercado reagiu às declarações dos presidentes do Fed, Jerome Powell, e do BCE, Christine Lagarde, que mantiveram uma postura cautelosa em relação aos cortes de juros.

Powell, em seu discurso no Senado, reiterou a necessidade de mais dados para garantir a estabilidade da inflação antes de considerar reduções nas taxas de juros, ecoando suas falas anteriores na Câmara. De forma semelhante, Lagarde sinalizou que o BCE aguardará mais informações antes de realizar movimentos na política monetária, indicando que nenhuma ação será tomada antes de junho.

No cenário nacional, os investidores reagiram positivamente a dados fiscais que superaram as expectativas, com o setor público consolidado registrando um superávit primário de R$ 102,146 bilhões em janeiro, acima das projeções dos economistas. Além disso, o fluxo cambial total em fevereiro apresentou um resultado negativo, com uma saída de US$ 4,848 bilhões pela conta financeira e uma entrada de US$ 2,724 bilhões pela conta comercial.

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No fechamento, o dólar à vista registrou uma queda de 0,23%, encerrando o dia a R$ 4,9337, enquanto o dólar futuro para abril apresentou uma redução de 0,29%, cotado a R$ 4,9435.

Enquanto isso, no mercado externo, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar em relação a uma cesta de moedas estrangeiras, recuou 0,50%, para 102,856 pontos. O euro e a libra apresentaram valorizações em relação ao dólar, com o euro subindo 0,41%, a US$ 1,0942, e a libra avançando 0,54%, a US$ 1,2801.

A expectativa agora se volta para a divulgação dos números atualizados de empregos nos EUA, que ocorrerá no próximo dia, com os investidores atentos às informações para direcionar seus próximos passos no mercado cambial.


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