
- Dólar acumula queda de cerca de 9% em 2026
- Real forte é sustentado por juros altos e fluxo estrangeiro
- Riscos políticos podem levar a moeda de volta acima de R$ 5
O Dólar americano segue pressionado frente ao real e continua operando abaixo de R$ 5, sustentando um movimento de queda em 2026.
Além disso, a moeda já acumula recuo de cerca de 9% no ano, o que chama atenção dos investidores.
Real forte ganha apoio global e local
O Real brasileiro tem se destacado entre moedas emergentes.
Além disso, o cenário externo menos favorável ao dólar ajuda a manter essa tendência.
Com isso, o Brasil atrai mais fluxo estrangeiro.
Juros altos seguem como principal motor
O diferencial de juros no país continua elevado.
Além disso, investidores enxergam oportunidade na renda fixa brasileira.
Esse fluxo sustenta a valorização do real.
Commodities ajudam a segurar o câmbio
O Brasil se beneficia como exportador de commodities.
Além disso, preços elevados de petróleo e minério reforçam a entrada de dólares.
Com isso, o câmbio permanece mais estável.
Até onde o dólar pode cair?
No curto prazo, analistas veem espaço limitado abaixo de R$ 4,70–R$ 4,80.
Além disso, faltam catalisadores fortes para uma queda mais intensa.
Por outro lado, esse patamar já funciona como suporte relevante.
Risco eleitoral pode mudar o cenário
No segundo semestre, o foco deve mudar para o cenário doméstico.
Além disso, eleições e risco fiscal podem aumentar a volatilidade.
Com isso, projeções apontam dólar entre R$ 5,10 e R$ 5,30 no fim do ano.