
- Brasil atrai fluxo mesmo com saída global
- Ações cíclicas e defensivas entram no radar
- Juros e petróleo sustentam tese positiva
O Goldman Sachs apontou que o Brasil pode liderar a retomada de fluxo para emergentes, mesmo após saídas globais de US$ 44 bilhões.
Além disso, o país ainda registrou entrada de cerca de US$ 900 milhões, mostrando resiliência e reforçando o interesse estrangeiro.
Cíclicas lideram potencial de alta
O banco destacou ações mais sensíveis ao ciclo econômico, como B3 (B3SA3) e BTG Pactual (BPAC11).
Além disso, entram na lista C&A (CEAB3), Lojas Renner (LREN3) e Cyrela (CYRE3).
Enquanto isso, o banco também cita Nubank (ROXO34), Smart Fit (SMFT3), GPS (GGPS3) e Vibra Energia (VBBR3).
Defensivas entram no radar
Entre nomes mais estáveis, o Goldman destacou Copel (CPLE3) e Equatorial Energia (EQTL3).
Além disso, aparecem Multiplan (MULT3), Sabesp (SBSP3) e Rede D’Or (RDOR3).
Com isso, o banco combina empresas resilientes com outras mais alavancadas ao crescimento.
Por que o Brasil pode se destacar
O Goldman vê três pilares: exposição ao petróleo, valuation atrativo e queda de juros.
Além disso, o mercado negocia a cerca de 9,6x lucro, abaixo da média histórica, o que amplia o potencial de valorização.
Por fim, o banco projeta cortes adicionais na Selic e vê assimetria positiva para ativos brasileiros.