
- Ouro fecha em leve alta, mas cai quase 3% na semana
- Inflação global limita avanço do metal
- Tensão no Oriente Médio e diplomacia influenciam preços
O ouro encerrou a sessão desta sexta-feira em leve alta, mas acumulou queda relevante na semana, refletindo a volatilidade global. O contrato para junho fechou com avanço de 0,35%, a US$ 4.740,9 por onça-troy.
Além disso, o metal terminou a semana com recuo de 2,84%, pressionado por oscilações nas tensões geopolíticas.
Geopolítica dita direção do mercado
O ouro começou o dia em queda, influenciado por notícias de escalada no Oriente Médio.
Relatos de movimentações no Estreito de Ormuz e ameaças dos EUA aumentaram a aversão ao risco.
Ainda assim, o metal recuperou fôlego após sinais de avanço diplomático.
Diplomacia traz alívio no fim do pregão
A Casa Branca confirmou o início de uma nova fase de negociações com o Irã.
Além disso, os EUA indicaram que o conflito entrou em uma etapa diplomática, o que reduziu a pressão no mercado.
Com isso, o ouro conseguiu reverter perdas e fechar em alta.
Inflação limita avanço do metal
Mesmo com o suporte geopolítico, o avanço do ouro segue limitado por preocupações com inflação.
Bancos centrais monitoram o impacto da alta de energia e podem reagir com políticas mais restritivas.
Além disso, esse cenário reduz o apelo do metal no curto prazo.
Mercado segue sensível a novos eventos
A volatilidade deve continuar elevada, com investidores atentos a qualquer mudança no cenário global.
Além disso, decisões de política monetária e evolução do conflito devem ditar o comportamento dos preços.
Por fim, o ouro mantém papel de proteção, mas enfrenta resistência para subir com força.