
- PRIO3 sobe mais de 20% em 2026, mas mantém tese sólida
- Produção e eficiência sustentam geração de caixa elevada
- Dividendos seguem como principal atrativo do papel
A PRIO (PRIO3) já acumula alta superior a 20% em 2026, consolidando-se como a ação preferida do setor de petróleo entre analistas. Diante do rali, investidores começam a questionar se o papel já precificou todo o otimismo.
Apesar da valorização, casas como Itaú BBA e Goldman Sachs avaliam que a tese segue atrativa, ainda sustentada por crescimento operacional e geração de caixa.
Valorização já no preço
O Itaú BBA avalia que o mercado já embute eventos relevantes, como o primeiro óleo de Wahoo e a redução do custo operacional em Peregrino.
Por isso, o espaço para surpresas negativas no curto prazo diminuiu.
Ainda assim, o banco vê novos catalisadores operacionais capazes de sustentar a tendência.
Produção e caixa no radar
Com cronogramas atualizados para Wahoo, Frade e Albacora Leste, a PRIO mantém crescimento orgânico visível.
Nesse contexto, o valor justo estimado chega a R$ 61 por ação com Brent a US$ 60, apontando upside relevante.
Assim, mesmo com petróleo mais baixo, a tese segue resiliente.
Dividendos sustentam tese
O Itaú BBA projeta dividend yield potencial de dois dígitos nos próximos anos.
Em cenários conservadores, o retorno ao acionista permanece elevado.
Por isso, o mercado segue vendo a PRIO como caso raro de crescimento e caixa no setor.