
- SpaceX recebeu recomendação de compra de JPMorgan, Goldman Sachs e Bank of America após o IPO.
- JPMorgan projeta receita de US$ 470 bilhões até 2030, impulsionada por IA e Starship.
- Goldman Sachs e Bank of America veem a empresa como protagonista da futura economia espacial.
A SpaceX começou a ser acompanhada pelos principais bancos de Wall Street menos de um mês após seu IPO. JPMorgan, Goldman Sachs e Bank of America (BofA) iniciaram cobertura com recomendação de compra, reforçando o otimismo com o potencial de crescimento da companhia.
Além disso, os relatórios destacam que a empresa vai muito além do setor espacial. Para os analistas, a combinação entre lançamentos, inteligência artificial, internet via satélite e infraestrutura tecnológica pode sustentar uma expansão acelerada nos próximos anos.
JPMorgan aposta em expansão bilionária da SpaceX
O JPMorgan iniciou cobertura com recomendação overweight e preço-alvo de US$ 225. Segundo o banco, a rápida reutilização do foguete Starship representa o principal diferencial competitivo da companhia.
Além disso, os analistas projetam que a receita avance de US$ 19 bilhões em 2025 para US$ 470 bilhões em 2030, impulsionada pela expansão da computação orbital, inteligência artificial e conectividade global.
Enquanto isso, o banco destaca que a SpaceX já acumula cerca de 670 lançamentos orbitais, com taxa de sucesso superior a 99% nos foguetes Falcon, consolidando uma vantagem tecnológica difícil de replicar.
Goldman e BofA enxergam liderança em IA e economia espacial
O Goldman Sachs também iniciou cobertura com recomendação de compra e preço-alvo de US$ 205. Na avaliação do banco, a companhia reúne vantagens competitivas em três mercados estratégicos: espaço, conectividade e inteligência artificial, todos com potencial de movimentar trilhões de dólares na próxima década.
Já o Bank of America estabeleceu preço-alvo de US$ 235 e avalia que a SpaceX deixou de ser apenas uma empresa de lançamentos para se tornar uma plataforma capaz de liderar a chamada economia espacial.
Por isso, os três bancos acreditam que a forte integração entre foguetes, satélites, infraestrutura de dados e aplicações recorrentes fortalece a tese de investimento e amplia o potencial de valorização das ações.