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IRB derretendo e "choque de realidade no varejo: confira o que foi destaque no último pregão da semana

Foto/Reprodução GDI
Foto/Reprodução GDI

Chegamos ao fim de mais um pregão (e de mais uma semana) no mercado de capitais brasileiro. E como de costume, a bolsa guardou as emoções para os últimos momentos.

O mercado bem que tentou ser otimista nos últimos dias, e o índice ibovespa flertou com os 100 mil pontos durante toda a semana. No entanto, o mercado perdeu força nesta sexta-feira e a bolsa fecha em cenário negativo após 5 pregões de alta.

De acordo com a Ágora Investimentos, a falta de uma referência externa e a agenda esvaziada sugerem um fôlego mais limitado.

Nas principais bolsas do mundo, em Wall Street, a “falta de novidades” também pesou e os mercados sucumbiram ao risco:

E na B3?

No mercado de ações, o destaque negativo do pregão ficou por conta da IRB Brasil (IRBR3). A companhia de resseguro se envolveu em mais polêmicas nos últimos dias, com a circulação de notícias falsas que Warren Buffett seria um dos principais investidores da empresa. No entanto, a companhia “coroa” a semana ruim com a divulgação de seu resultado operacional, que indica novo prejuízo e pouca esperança para as ações.

Outro ponto que chamou a atenção do mercado foram as quedas do varejo, que voltaram a ter um pregão negativamente acentuado após engatarem uma série de altas durante a semana. Entre os destaques, Americanas (AMER3) recuou 5,91% e Magazine Luiza (MGLU3) e Via (VIIA3) caíram 4,98% e 4,56%, respectivamente.

Na ponto positiva, as ações da BRF se destacaram após comunicado da companhia afirmando que conseguiu reabilitar sua unidade em Abu Dhabi, nos Emirados Arábes. O ponto favorece as relações de exportações da companhia para a Arábia Saudita.

Por fim, a Petrobras se “salva” (PETR4 +1,07%) de um dia ruim para as ações de Petróleo graças a divulgação de sua prévia operacional no pós-mercado desta quinta-feira. Apesar de um recuo de 5% na produção de petróleo e gás, para 2,6 milhões de barris por dia, analistas afirmam que a alta de preços deve compensar a produção menor.

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