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O fim do JCP será o fim da bolsa Brasileira? Presidente da Telefônica (VIVT3) faz alerta

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Em meio a debates acalorados sobre o futuro econômico do Brasil, a recente proposta de lei 4.258, que visa encerrar a dedução de juros sobre capital próprio (JCP), tem gerado controvérsia e preocupação no setor empresarial do país. O presidente da Telefônica, Christian Gebara, levantou a voz contra essa iniciativa durante um evento da Telebrasil, destacando os possíveis impactos negativos que tal medida poderia ter na capacidade do Brasil de atrair investimentos estrangeiros e domésticos.

Segundo Gebara, a eliminação do JCP teria repercussões significativas em um momento em que empresas de diversos setores já enfrentam desafios consideráveis, incluindo restrições severas de financiamento e custos em alta. Ele argumenta que o JCP se consolidou como uma ferramenta crucial para as empresas equilibrarem suas fontes de financiamento, permitindo a redução do nível de endividamento do mercado como um todo.

O JCP é um mecanismo que permite às empresas deduzir os juros pagos sobre o capital próprio investido no cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ). Essa prática tem sido amplamente adotada por empresas não apenas no setor de telecomunicações, mas também em diversos outros segmentos da economia brasileira.

Gebara explicou que a capacidade de deduzir juros sobre capital próprio ajuda as empresas a reduzirem sua carga tributária, tornando o ambiente de negócios mais atraente para investidores. A medida proposta pelo governo federal ameaça esse equilíbrio, o que poderia resultar em consequências negativas para a economia nacional.

Um dos principais argumentos contra o fim do JCP é que isso poderia prejudicar a capacidade do Brasil de atrair investimentos estrangeiros, que desempenham um papel fundamental no desenvolvimento econômico do país. Investidores internacionais frequentemente consideram o ambiente tributário ao tomar decisões sobre onde alocar seus recursos, e a eliminação do JCP poderia tornar o Brasil menos competitivo em relação a outros mercados.

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Além disso, o presidente da Telefônica enfatizou que a redução do endividamento do mercado, promovida pelo JCP, contribui para a estabilidade financeira das empresas e, consequentemente, para a solidez do sistema financeiro brasileiro. O aumento da dívida corporativa pode aumentar a vulnerabilidade das empresas a choques econômicos, o que poderia ter efeitos em cascata na economia como um todo.

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Outro ponto de preocupação levantado por Gebara é que a eliminação do JCP poderia desestimular o investimento interno. Empresas que dependem desse mecanismo para equilibrar suas fontes de financiamento poderiam reduzir seus investimentos em projetos de expansão, inovação e criação de empregos, o que poderia ter impactos negativos no crescimento econômico do país.

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A proposta de lei 4.258 ainda está em discussão no Congresso, e o debate sobre seu mérito promete ser intenso. Empresários, economistas e legisladores estão avaliando cuidadosamente os prós e contras da medida, considerando seu potencial impacto na economia brasileira.

Enquanto alguns argumentam que a eliminação do JCP poderia aumentar a arrecadação fiscal do governo, outros alertam para os riscos de desestimular os investimentos e enfraquecer a competitividade do Brasil no cenário global.

É importante notar que essa não é a primeira vez que medidas tributárias são debatidas no Brasil. O país tem um histórico de mudanças frequentes na legislação tributária, o que pode criar incerteza para os investidores e dificultar o planejamento de longo prazo das empresas.

Nesse contexto, é crucial que as autoridades brasileiras considerem cuidadosamente os potenciais impactos econômicos de qualquer mudança na legislação tributária. O equilíbrio entre a arrecadação fiscal e a promoção do crescimento econômico deve ser cuidadosamente ponderado, para garantir que o Brasil possa atrair e manter os investimentos necessários para seu desenvolvimento sustentável.

O debate sobre o fim do JCP continuará a dominar as discussões econômicas no país nos próximos meses, e a decisão final terá implicações significativas para o futuro do Brasil como destino de investimentos. A busca por soluções que equilibrem as necessidades fiscais do governo com a vitalidade do setor empresarial será fundamental para moldar o cenário econômico do país nos anos vindouros.

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