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Popularidade de Lula apresenta queda em quatro estados

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Uma nova pesquisa realizada pela Quaest revelou índices de Aprovação e Reprovação ao Governo Lula (PT) em quatro estados brasileiros. A pesquisa ouviu eleitores de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Paraná.

Em São Paulo, 50% dos eleitores aprovam Lula, enquanto 48% o reprovam. Apenas 2% não souberam ou não quiseram responder. Quanto ao governo federal, no estado, registra-se 32% de avaliações positivas, 37% de avaliações negativas e 29% consideram-no regular. Novamente, 2% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa em SP ouviu 1.656 eleitores, com uma margem de erro de 2,4 pontos percentuais neste recorte.

Em Minas Gerais, 52% dos entrevistados aprovam o mandato de Lula, enquanto 47% o reprovam. Apenas 1% não soube ou não quis responder. Os eleitores mineiros positivamente avaliam o governo petista, com 34% de aprovação, enquanto 35% expressam avaliações negativas em relação ao trabalho realizado. Além disso, 30% consideram a gestão atual como regular.

Para MG, a margem de erro da pesquisa é levemente maior, sendo de 2,5 pontos percentuais. No estado, foram realizadas 1.506 entrevistas.

No Paraná, Lula enfrenta uma taxa de reprovação de 54%. A atual gestão, por sua vez, possui apenas 44% de aprovação no estado do Sul do País, com 2% que optaram por não responder. Na avaliação do governo petista, a desvantagem se acentua ainda mais, com 41% dos entrevistados indicando avaliação negativa e apenas 30% expressando avaliação positiva em relação ao trabalho do governo. Outros 27% consideram a gestão como regular.

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A pesquisa, que entrevistou 1.121 eleitores no Paraná, tem uma margem de erro de 2,9 pontos percentuais.

Por fim, a Quaest também revela que Lula tem 49% de aprovação em Goiás e 50% de reprovação, com apenas 1% que não soube ou não quis responder. Assim como no Paraná, a avaliação é mais negativa (40%) do que positiva (32%). O grupo classificado como ‘regular’ soma 27%.

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No estado, foram realizadas 1.127 entrevistas, e a margem de erro estimada é de 2,9 pontos percentuais.

Conta de luz subirá com subsídio de Lula: entenda

A medida provisória (MP) assinada na ultima terça-feira (9) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tem despertado preocupações entre especialistas do setor energético. Embora a finalidade seja reduzir o custo da conta de luz, os dispositivos contidos na MP podem resultar em um aumento significativo das tarifas para os consumidores.

O ponto central de preocupação, segundo informações publicadas pelo portal G1, na ampliação do prazo para usinas de energia renovável, principalmente solar e eólica, contarem com subsídios integrais nas tarifas de uso dos fios. Atualmente, essas fontes de energia limpa recebem incentivos governamentais, refletidos em descontos nas tarifas de energia, custeados por todos os consumidores.

No entanto, o país já possui capacidade suficiente para atender sua demanda energética. Ao prorrogar o prazo para que mais usinas renováveis sejam beneficiadas, há o risco de criar um excesso de energia não necessário, gerando gastos adicionais. Esses custos adicionais são, então, repassados aos consumidores por meio das tarifas de energia, resultando em um aumento indesejado nas contas de luz.

A MP, embora destinada a aliviar o peso financeiro dos consumidores, pode acabar tendo o efeito oposto, aumentando seus custos. Especialistas alertam para a necessidade de equilíbrio entre incentivar fontes renováveis e garantir tarifas acessíveis aos consumidores.

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Em meio a isso, o governo estima uma redução de 3,5% nas contas de energia. Para alcançar esse objetivo, pretende antecipar recursos estipulados na lei de privatização da Eletrobras e direcioná-los para o pagamento da “conta Covid” e da “conta escassez hídrica”.

As mencionadas contas derivam de transações emergenciais realizadas pelas distribuidoras para lidar com custos adicionais decorrentes da pandemia, que gerou crise econômica e aumento da inadimplência, e da escassez hídrica entre 2020 e 2022, período em que a falta de chuvas obrigou as empresas a adquirir energia a preços mais elevados.

Atualmente, o custo desses empréstimos se reflete em parte dos reajustes tarifários, contribuindo para o aumento das contas de luz.

Desta vez, o custo desses empréstimos corresponde a uma parcela dos reajustes tarifários, que elevam a conta de luz.


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