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Queda nos serviços vai impactar o PIB? Confira o que dizem os analistas

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Na manhã desta terça-feira, o IBGE anunciou ao mercado os dados referentes aos volumes de serviços. Um dos principais indicadores que expõe a relação produtiva e que compõem o PIB brasileiro.

Assim, segundo os dados do IBGE, em fevereiro de 2022, o volume de serviços no Brasil variou -0,2% frente a janeiro, na série com ajuste sazonal, acumulando, assim, uma perda de 2,0% nos dois primeiros meses deste ano.

Com isso, o setor de serviços se encontra 5,4% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 7,0% abaixo de novembro de 2014 (ponto mais alto da série histórica).

Na série sem ajuste sazonal, no confronto com fevereiro de 2021, o volume de serviços assinalou a 12ª taxa positiva consecutiva ao avançar 7,4% em fevereiro de 2022. No indicador acumulado do primeiro bimestre deste ano, o volume de serviços mostrou expansão de 8,4% frente a igual período de 2021.

O indicador acumulado nos últimos doze meses, ao passar de 12,2% em janeiro para 13,0% em fevereiro de 2022, manteve a trajetória ascendente iniciada em fevereiro de 2021 (-8,6%).

De forma regional, 13 das 27 unidades da federação tiveram retração no volume de serviços em fevereiro de 2022, na comparação com o mês imediatamente anterior, acompanhando o decréscimo (-0,2%) observado no Brasil.

Ademais, entre os locais com taxas negativas nesse mês, o impacto mais importante veio de São Paulo (-0,5%), seguido por Distrito Federal (-3,4%) e Santa Catarina (-2,0%). Em contrapartida, Minas Gerais (2,0%), Rio de Janeiro (0,8%) e Mato Grosso (6,6%) registraram os principais avanços em termos regionais.

O que dizem os analistas?

Segundo João Savignon (Kínitro), a que queda nos serviços foram uma surpresa negativa, por fevereiro e revisões na série. Além de que aberturas reforçam visão de recuperação heterogênea. Ademais, o analista estima que com os novos dados serviços, o tracking de PIB do 1ºTRI passa para 0,5% a 0,6%.

Já para Flávio Serrano (Greenbay): nível de serviços veio em linha com o esperado. O analista ainda destaca o descolamento das PMS ante projeções se deu por revisão no ajuste sazonal. No entanto, “os serviços ainda estão em recuperação, mas com perda de força na margem” diz Serrano. Por fim, Serrano afirma que o Impacto temporário no consumo deve levar um atividade fraca no 3ºTRI.

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