
- Ouro supera US$ 5.500 e renova máxima histórica
- BTG eleva preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87
- Alta do metal reforça tese estrutural do setor
O ouro superou US$ 5.500 por onça-troy pela primeira vez na história nesta quinta-feira, impulsionado pela demanda de bancos centrais e pela busca por proteção fora do dólar.
Com o novo patamar da commodity, o BTG Pactual elevou o preço-alvo da Aura Minerals (AURA33) de US$ 48 para US$ 87, mantendo recomendação de compra.
O que sustenta o novo recorde do ouro
O metal avançou cerca de 3,8% no dia e atingiu a máxima de US$ 5.625, apoiado por um cenário global mais incerto.
Além disso, o Goldman Sachs aponta que as incertezas fiscais e políticas no Japão aumentaram a demanda por ativos reais.
No cenário-base, o banco projeta o ouro em US$ 5.400 até o fim de 2026, embora reconheça risco altista nas estimativas.
Aura (AURA33) se beneficia da alta estrutural
Segundo o BTG Pactual, a atual valorização do ouro não reflete apenas um ciclo tradicional da commodity.
Ademais, o banco vê uma mudança de regime, com o metal ganhando relevância estratégica em um ambiente de déficits fiscais elevados.
Por fim, com a ação em torno de US$ 69,25, o BTG estima potencial de alta de 25,6% em 12 meses, além dos dividendos.