
- Bitcoin cai mais de 9% no mês e perde força técnica
- Fluxo vendedor segue dominante abaixo dos US$ 80 mil
- Repique é possível, mas tendência segue negativa
O Bitcoin acumula queda superior a 9% no mês, após falhar em sustentar a máxima histórica de US$ 126.199. Desde então, o ativo entrou em movimento corretivo mais amplo e voltou a negociar abaixo dos US$ 80.000.
Com isso, o fluxo vendedor segue dominante, refletindo aumento da aversão ao risco e enfraquecimento da estrutura técnica no curto prazo.
Curto prazo segue pressionado
No gráfico diário, o BTC opera abaixo das médias móveis, mantendo topos e fundos descendentes. Esse comportamento reforça o viés de baixa predominante.
Apesar disso, o afastamento relevante dos preços aumenta a chance de repique técnico pontual, ainda sem sinal de reversão estrutural.
Para ganhar fôlego, a criptomoeda precisa recuperar US$ 80.734, com resistências em US$ 86.420 e US$ 91.225.
Suportes viram ponto-chave
Caso a pressão continue, a perda da faixa entre US$ 74.508 e US$ 68.775 pode acelerar novas quedas.
Nesse cenário, os próximos suportes estão em US$ 65.260 e US$ 58.946, com extensões mais longas em US$ 52.550.
Enquanto isso, o movimento segue sendo tratado como correção dentro de tendência de baixa.
Médio prazo ainda é de cautela
No gráfico semanal, o Bitcoin também negocia abaixo das médias, confirmando fragilidade no médio prazo.
O IFR em 34, próximo da sobrevenda, indica chance de repique. Ainda assim, sem rompimento de resistências, esses movimentos tendem a ser apenas técnicos.
Para aliviar o cenário, o BTC precisa recuperar US$ 80.734 e, de forma mais consistente, US$ 97.424.