Teles brasileiras

Santander melhora visão sobre TIM (TIMS3), mas Vivo (VIVT3) segue favorita para 2026

Banco vê teles brasileiras como apostas defensivas para o segundo semestre e destaca potencial de valorização nas duas companhias.

Santander melhora visão sobre TIM (TIMS3), mas Vivo (VIVT3) segue favorita para 2026
  • Santander elevou TIM (TIMS3) para recomendação de compra
  • Preço-alvo da TIM indica potencial de alta de 32%
  • Vivo (VIVT3) segue como ação favorita do banco no setor

A TIM (TIMS3) recebeu uma melhora de recomendação do Santander, que elevou a ação de neutra para compra (outperform) após a forte correção registrada pelo setor de telecomunicações nos últimos meses.

Mesmo com a mudança, a preferência do banco continua sendo a Vivo (VIVT3), apontada como a principal escolha entre as teles da América Latina devido à maior resiliência operacional e capacidade de geração de caixa.

TIM ganha recomendação de compra

Os analistas do Santander mantiveram o preço-alvo de R$ 26 para TIMS3, o que representa potencial de valorização de aproximadamente 32%.

Segundo o banco, apesar das dúvidas geradas pelos resultados do primeiro trimestre, a companhia continua capaz de cumprir as metas estabelecidas para 2026.

Além disso, a TIM negocia com rendimento estimado de fluxo de caixa livre de 11% e dividend yield projetado de 10,5%, fatores que reforçam a atratividade do papel.

Vivo segue como principal aposta

Embora veja espaço para alta em ambas as empresas, o Santander considera a Vivo (VIVT3) a alternativa mais defensiva para o cenário atual.

O banco manteve recomendação de compra e preço-alvo de R$ 42, indicando potencial de retorno total próximo de 39% até o fim de 2026.

A avaliação é de que a companhia continuará entregando crescimento de receita, expansão da geração de caixa e menor necessidade de investimentos nos próximos anos.

Setor pode ganhar força no segundo semestre

Os analistas acreditam que a normalização dos custos operacionais e uma maior disciplina de preços no mercado podem beneficiar especialmente a TIM.

Já a Vivo deve ser favorecida pela venda de ativos e pela forte posição competitiva, mantendo sua capacidade de geração de valor mesmo em um ambiente econômico mais desafiador.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.