
- Engie (EGIE3) registrou IFR de 30,03 pontos e se aproxima da região de sobrevenda.
- A análise técnica ainda aponta tendência de baixa para as ações.
- Investidores acompanham os níveis de R$ 30,55 e R$ 29,20 como principais referências para os próximos movimentos.
A Engie Brasil (EGIE3) entrou no radar dos investidores após o Índice de Força Relativa (IFR) recuar para 30,03 pontos, nível que coloca a ação próxima da região de sobrevenda.
Embora esse patamar possa indicar uma oportunidade para quem busca ativos descontados, analistas avaliam que ainda faltam sinais mais consistentes de recuperação para confirmar uma mudança de tendência.
IFR mostra pressão vendedora
O IFR é um indicador utilizado para medir a força dos movimentos de mercado. Quando fica próximo de 30 pontos, costuma sugerir que a pressão vendedora pode estar perto do limite, favorecendo repiques técnicos.
No caso da Engie, entretanto, a análise técnica ainda mostra um cenário de fragilidade, com as ações negociando abaixo das principais médias móveis.
Além da EGIE3, empresas como Direcional (DIRR3), Localiza (RENT3), MRV (MRVE3) e Cogna (COGN3) também aparecem entre os papéis mais pressionados do Ibovespa.
Mercado acompanha sinais de reação
Para que a Engie volte a ganhar força, investidores monitoram o rompimento da faixa entre R$ 30,55 e R$ 31,62, considerada uma importante região de resistência.
Por outro lado, caso o suporte em R$ 29,20 seja perdido, a pressão vendedora poderá se intensificar, aumentando o risco de novas quedas.
Assim, embora o IFR indique que o papel esteja próximo da sobrevenda, especialistas recomendam aguardar sinais mais claros de recuperação antes de apostar em uma reversão da tendência.