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Ações e IRPF: com mudanças, especialista dá dicas para investidores sobre como não errar na declaração

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Investir na Bolsa de Valores pode ser uma ótima maneira de fazer o dinheiro crescer, mas também pode gerar algumas dores de cabeça na hora de declarar o Imposto de Renda. Com o prazo da Declaração de Ajuste Anual aberto desde o dia 15 de março, investidores de todo o Brasil buscam saber se ainda estão obrigados a declarar.

Para este ano, o auditor fiscal e responsável pelo programa do Imposto de Renda 2023, José Carlos da Fonseca, anunciou algumas mudanças na obrigatoriedade da declaração para investidores da Bolsa. Uma delas foi a não obrigação da declaração de pessoas físicas que venderam menos de R$ 40 mil no ano. Agora, apenas quem vendeu acima desse valor em ações durante 2022 precisará fazer a declaração. Outro fator que obriga investidores a declarar seus investimentos é vender mais de R$ 20 mil no mês, pois há a incidência de imposto sobre o lucro.

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O cálculo para a declaração de IR sobre investimentos é bastante complexo. Existem detalhes nas regras para declaração de ativos que, se passarem despercebidos, podem ocasionar malha fina. William Strapazzon, cofundador e CEO da Sencon — empresa do ecossistema TC especializada na apuração automática de IR para investidores –, comenta que os investidores devem tomar alguns cuidados na hora de declarar seus ativos.

“As pessoas precisam estar atentas e verificar se não se esqueceram de nenhum investimento, pois essa é uma das principais causas que levam investidores à malha fina. É importante também lembrar de que existem várias categorias para declarar os investimentos na Bolsa de Valores. Isso significa que não basta apenas declarar a compra e a venda de ações, é preciso também declarar proventos, por exemplo. Outro ponto fundamental é que, mesmo que não haja a obrigatoriedade em declarar, faça. Informando seus investimentos à Receita Federal, caso o investidor obtenha prejuízo no futuro, terá como comprovar isso. Se não declarar, não conseguirá comprovar prejuízo e, portanto, não terá desconto no pagamento do DARF”, relata.

Strapazzon também elenca algumas dicas para tornar o cálculo menos complexo:

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1. Mantenha-se atualizado: fique atento às mudanças nas regras da Receita Federal e na legislação tributária para não correr o risco de fazer a declaração do jeito errado;

2. Organize seus documentos: é importante ter todos os documentos necessários em mãos, como comprovantes de rendimentos, despesas médicas, gastos com educação, entre outros;

3. Consulte um profissional: se tiver dúvidas ou achar que a declaração está muito complexa, busque um especialista em imposto de renda para ajudá-lo a preencher a declaração corretamente e evitar problemas com a Receita Federal.

“A Sencon, por exemplo, possui um suporte realizado por especialistas, de forma totalmente gratuita, tanto para clientes pagantes quanto para não pagantes. A empresa também dispõe de uma calculadora de Imposto de Renda sobre renda variável para evitar que os investidores caiam na malha fina e para auxiliar quem está no vermelho”, explica.


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