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Como uma empresa entra na bolsa de valores?

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Empresas podem buscar o mercado de compra e venda da Bolsa de Valores para negociar ações e promissórias. Mas como, de fato, uma empresa pode entrar na Bolsa de Valores?

Imagine o seguinte: você tem uma empresa e quer, por meio de ações, vender uma parte dela para investidores na Bolsa de Valores? Nunca pensou nisso? Pois é possível sim! Tanto é que, além disso, os empresários podem negociar notas promissórias de forma a conseguir recursos para investir no seu próprio negócio.

Porém, antes de dar esse passo, a empresa precisa estar bem estruturada e ter regras rígidas financeiras, de acordo com as exigências da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que regula o mercado das ações.

Para você ter ideia, de acordo com as pesquisas realizadas em 2020, dentro do mês de março, a B3, a Bolsa de Valores brasileira, possuía mais de 350 empresas listadas. Poderia ter muito mais, pela magnitude do País.

Por exemplo, nos EUA existem mais de 5.400 empresas listadas na Bolsa.

Porém, esse número se deve ao fato do mito de que a bolsa serve somente para corporações multinacionais gigantescas. Por conta dessa questão, as empresas de qualquer origem deixam de explorar novas e boas oportunidades de captação de recursos, para obter novos lucros. Mas esse panorama está mudando!

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Imagine-se navegando em alto mar sem uma bússola. Cada onda representa uma decisão financeira, e sem orientação, é fácil se perder nas correntezas do mercado. É aí que entra a consultoria financeira. Como um farol na escuridão, ela oferece direção clara e segura para alcançar suas metas.

É por isso que o Guia do Investidor orgulhosamente lançou o GDI Finance, com a missão de ser o mapa para o seu sucesso financeiro, mas também para navegar junto ao seu lado. Com anos de experiência, nossos consultores são como capitães experientes, guiando-o pelas águas turbulentas da economia.

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Pensando nesse ponto, veremos as vantagens e as exigências que a bolsa confere às empresas que querem participar do mundo das ações.

Como funciona a adequação das empresas para entrar na bolsa de valores

Assim, juridicamente falando, as empresas devidamente registradas e legalmente constituídas podem sim se encaixar nas modalidades que chamamos de “sociedade”. Que é uma sociedade limitada, sociedade em nome coletivo, seja simples e sociedade anônima, dentro da bolsa de valores.

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Logo, para ter uma característica como limitação da responsabilidade do acionista ao preço da emissão das ações, uma empresa de capital aberto deve ser uma sociedade anônima.

Porém, a característica mais importante, que torna as sociedades anônimas únicas, é a facilidade com que as suas ações são negociadas. Em uma sociedade limitada, por exemplo, uma mudança no quadro societário só acontece com a concordância dos demais sócios, e a operação deve ser feita por escritura pública, seguindo diversas formalidades.

Como avaliar a questão das notas promissórias e debêntures para a entrada na bolsa

O propósito de vender ações não é a única motivação que leva as empresas a listar seus nomes na bolsa de valores. É possível a negociação dos papéis de dívidas – as notas promissórias e debêntures. Estas são duas ferramentas importantes para a empresa lançar mão quando precisa de dinheiro com rapidez.

Funciona como se a empresa fizesse um empréstimo com os investidores e, que os mesmos comprariam esse tipo de título. Assim sendo, os investidores que o compram, não se tornam acionistas da empresa e, têm direito apenas a receber o dinheiro de volta, acompanhado da devida correção.

Vantagens de se abrir o capital da empresa perante os investidores da bolsa de valores

Uma das vantagens também é que o fato da empresa negociar seus papéis, demonstrando transparência e até certo ponto, prestígio, melhorando sua imagem perante os investidores, bem como o público em geral. Ser uma empresa listada na bolsa significa que, a instituição atende a uma série de exigências feitas pela CVM — órgão responsável por regular e fiscalizar o mercado de capitais brasileiro.

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A maior vantagem de abrir capital de empresa na bolsa de valores é a redução de custos e, a ampliação da base de captação de recursos da empresa. Vender os papéis de dívidas pode sair mais barato do que recorrer às linhas de crédito bancário, por exemplo.

Como então uma empresa entra de fato para a bolsa de valores?

Para introduzir uma empresa na bolsa de valores é necessário ter organização. Documentação em dia, pagamentos de impostos, controle de todos os gastos, entrada e saída de produtos no estoque (dependendo do nicho).

Assim sendo, atendendo a todos os requisitos requisitados pela CVM, é necessário também realizar um IPO, que basicamente é uma oferta inicial de ações.

Entender o momento ideal para abrir capital de empresa na bolsa de valores

Por fim, essa é a grande pergunta de 1 milhão de dólares. Entender e escolher o melhor momento para fazer a oferta inicial de ações é muito importante para o desempenho dos papéis de uma empresa.

Até o momento, por exemplo, um total de 65 empresas já solicitaram suas ofertas iniciais de ações (IPO).

O mercado financeiro é bem intrigante e oscilante e, no qual os investidores estão dispostos a correrem riscos. Então, aproveitar as oportunidades é um truque de mestre.


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