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Ibovespa cai levemente, pressionado por Vale e Petrobras

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Ibovespa fecha em leve queda, com Vale e Petrobras pressionando; Vibra tem maiores perdas após divulgação de balanço.

O Ibovespa encerrou o dia com uma leve queda de 0,19%, acompanhando a tendência negativa do mercado externo, porém com menor intensidade. O índice fechou aos 128.098,11 pontos, com um volume financeiro de R$ 20,6 bilhões.

O desempenho das blue chips teve um impacto significativo no resultado, com destaque para a Vale (VALE3), que registrou uma queda de 1,32% após reagir negativamente ao anúncio da meta de crescimento da China para 2024. As ações da Petrobras (PETR3 e PETR4) também contribuíram para a pressão sobre o índice, recuando 0,61% e 0,30%, respectivamente, em linha com a baixa do petróleo.

Entretanto, as maiores perdas foram lideradas pela Vibra (VBBR3), que registrou uma desvalorização de 5,50% após a divulgação do balanço do 4º trimestre. Outras empresas que se destacaram negativamente foram BRKM5, com -4,745%, e PCAR3, com -4,17%.

No cenário dos bancos, os principais players não apresentaram uma direção única. O maior recuo foi observado no Banco Santander (SANB11), que caiu 0,74%, seguido pelo Itaú Unibanco (ITUB4), com uma queda de 0,09%. Por outro lado, o Banco do Brasil (BBDC3 e BBDC4) registrou ganhos de 1,07% e 0,51%, respectivamente.

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As maiores altas do dia foram impulsionadas por empresas como COGNA (COGN3), que teve um aumento de 5,43%, seguida por CVC Brasil (CVCB3), com uma alta de 5,39%, e BRF (BRFS3), com ganhos de 4,18%.

Dólar sobe em dia de incerteza nos EUA e China

O dólar fechou em alta moderada nesta terça-feira, refletindo o clima de aversão ao risco nos mercados internacionais. Nos Estados Unidos, investidores promoveram uma forte correção de ativos de tecnologia nas bolsas americanas, enquanto aguardavam ansiosos pelo discurso que o presidente do Fed, Jerome Powell, fará no Congresso dos EUA. A incerteza sobre os próximos passos da política monetária foi acentuada por dados mistos da economia americana, com o setor de serviços mostrando resiliência, enquanto a indústria apresentava sinais de fraqueza.

No cenário global, as moedas de países produtores de commodities foram penalizadas pela notícia de que o Congresso do Povo da China anunciou uma meta de crescimento “em torno” de 5% para a economia do país neste ano. Essa previsão foi considerada vaga pelos analistas, que alertaram para a necessidade de mais estímulos para enfrentar a atual crise imobiliária.

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No mercado doméstico, as atenções se voltaram para as negociações do ministro Fernando Haddad com líderes da Câmara dos Deputados em relação à Medida Provisória da reoneração. O dólar à vista fechou em alta de 0,17%, cotado a R$ 4,9557, após oscilar entre R$ 4,9404 e R$ 4,9617. Enquanto isso, o dólar futuro para abril registrava uma leve queda de 0,14%, a R$ 4,9660.

Esses movimentos refletiram-se também nos índices internacionais, com o índice DXY operando perto da estabilidade, aos 103,797 pontos, e o euro e a libra seguindo quase estáveis em relação ao dólar.

No fechamento, o DI para Jan25 caiu a 9,890% (de 9,925%, ontem). O DI Jan26, a 9,685% (de 9,735%). O Jan27, a 9,885% (de 9,936%); o Jan29, a 10,320% (de 10,363%), o Jan31 caiu a 10,570% (de 10,603%). O Jan33, a 10,680% (de 10,711%.


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