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Dólar sobe em dia de incerteza nos EUA e China

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Dólar fecha em alta moderada diante de aversão ao risco nos EUA e incertezas sobre meta de crescimento da China.

O dólar fechou em alta devido à aversão ao risco nos mercados internacionais, enquanto incertezas sobre a política monetária e a economia chinesa preocupam investidores. Ações de tecnologia caem nos EUA, enquanto dados econômicos mistos aumentam a incerteza. A China anunciou uma meta de crescimento vaga, levantando dúvidas sobre a eficácia das medidas atuais para enfrentar a crise imobiliária. No cenário doméstico, negociações sobre a MP da reoneração são monitoradas pelo mercado.

Investidores reagem a dados mistos nos EUA e incerteza na China, impulsionando alta do dólar

O dólar fechou em alta moderada nesta terça-feira, refletindo o clima de aversão ao risco nos mercados internacionais. Nos Estados Unidos, investidores promoveram uma forte correção de ativos de tecnologia nas bolsas americanas, enquanto aguardavam ansiosos pelo discurso que o presidente do Fed, Jerome Powell, fará no Congresso dos EUA. A incerteza sobre os próximos passos da política monetária foi acentuada por dados mistos da economia americana, com o setor de serviços mostrando resiliência, enquanto a indústria apresentava sinais de fraqueza.

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No cenário global, as moedas de países produtores de commodities foram penalizadas pela notícia de que o Congresso do Povo da China anunciou uma meta de crescimento “em torno” de 5% para a economia do país neste ano. Essa previsão foi considerada vaga pelos analistas, que alertaram para a necessidade de mais estímulos para enfrentar a atual crise imobiliária.

No mercado doméstico, as atenções se voltaram para as negociações do ministro Fernando Haddad com líderes da Câmara dos Deputados em relação à Medida Provisória da reoneração. O dólar à vista fechou em alta de 0,17%, cotado a R$ 4,9557, após oscilar entre R$ 4,9404 e R$ 4,9617. Enquanto isso, o dólar futuro para abril registrava uma leve queda de 0,14%, a R$ 4,9660.

Esses movimentos refletiram-se também nos índices internacionais, com o índice DXY operando perto da estabilidade, aos 103,797 pontos, e o euro e a libra seguindo quase estáveis em relação ao dólar.

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Queda das ações de tecnologia e cautela pré-Powell impulsionam novo declínio em Wall Street

As bolsas de Nova York voltaram a fechar em território negativo, refletindo o cenário de cautela dos investidores antes do discurso do presidente do Fed, Jerome Powell, no Congresso americano. Desta vez, as perdas foram mais acentuadas, especialmente entre as ações de empresas ligadas à tecnologia, seguindo a tendência observada no pregão anterior.

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A queda foi liderada pelo papel da Apple, que registrou uma baixa de 2,84% em reação à notícia de que as vendas do iPhone na China diminuíram 24% nas primeiras seis semanas do ano, conforme indicado por uma pesquisa independente.

Os investidores também estão atentos a dados econômicos importantes, como o relatório de Payroll. O índice Dow Jones caiu 1,04%, encerrando o dia aos 38.585,19 pontos. O S&P500 recuou 1,02%, fechando em 5.078,65 pontos, enquanto o Nasdaq perdeu 1,65%, chegando a 15.939,59 pontos.

Além disso, os retornos dos Treasuries também diminuíram, com o juro do T-bond de 30 anos caindo para 4,272%, o da T-note de 2 anos recuando para 4,547%, o da T-note de 5 anos cedendo para 4,1439% e o da T-note de 10 anos caindo para 4,134%.

Esses movimentos refletem a cautela generalizada dos investidores em relação aos rumos da política monetária e à saúde da economia, destacando a sensibilidade do mercado às notícias sobre o desempenho das empresas de tecnologia e aos sinais de desaceleração econômica em importantes mercados, como a China.

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