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Ibovespa tem melhor mês em 3 anos; Braskem sofre na última sessão

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Ibovespa encerra novembro com alta de 12,54%, mas Braskem afunda devido à crise em Maceió.

O Ibovespa fechou o mês de novembro com um desempenho surpreendente, registrando sua melhor performance mensal em três anos. O índice teve um impressionante aumento de 12,54%, encerrando o mês em 127.331,12 pontos. Esse resultado marca o melhor desempenho desde novembro de 2020, quando o Ibovespa subiu 15,90%. No acumulado de 2023, o índice já apresenta um ganho de 16,04%.

Um dos fatores que impulsionou esse movimento positivo foi a queda dos juros futuros, influenciada pelas declarações do diretor do Banco Central, Gabriel Galípolo, sobre o ritmo de cortes na taxa Selic. Esse cenário criou um ambiente favorável para os investidores e estimulou o aumento do volume de negociações na Bolsa, que atingiu R$ 33,7 bilhões, bem acima da média diária registrada em outubro.

No entanto, nem todas as empresas tiveram um mês positivo. A Braskem enfrentou problemas significativos devido a uma intimação da Justiça relacionada a danos causados pela petroquímica no solo de bairros de Maceió. Isso resultou em uma queda de 6,45% nas ações da Braskem (#BRKM5), que encerraram o mês a R$ 19,13.

Desempenho excepcional do Ibovespa contrasta com a crise enfrentada pela Braskem

O Ibovespa encerrou o mês de novembro com um desempenho notável, alcançando sua melhor performance mensal em três anos. O índice de referência da Bolsa de Valores de São Paulo teve um aumento de 12,54%, fechando o mês em 127.331,12 pontos. Essa é a maior alta mensal desde novembro de 2020, quando o Ibovespa subiu incríveis 15,90%. No acumulado do ano, o índice já acumula um ganho de 16,04%, refletindo a confiança dos investidores no mercado brasileiro.

Uma das razões para esse desempenho excepcional foi a queda das taxas de juros futuros, influenciada pelas declarações do diretor do Banco Central, Gabriel Galípolo, sobre a possibilidade de cortes na taxa Selic. Isso criou um ambiente mais favorável para investimentos em ações e atraiu um volume significativo de negociações na Bolsa, que alcançou R$ 33,7 bilhões na última sessão, muito acima da média diária registrada em outubro.

No entanto, nem todas as empresas tiveram um mês positivo. A Braskem, uma petroquímica brasileira, enfrentou problemas sérios devido a uma intimação da Justiça relacionada a danos causados por suas atividades no solo de bairros de Maceió, Alagoas. Esse evento resultou em uma queda acentuada de 6,45% nas ações da Braskem (#BRKM5), que encerraram o mês a R$ 19,13, figurando entre as maiores baixas do Ibovespa.

Dólar fecha novembro em alta de 2,5% frente ao real, mas enfrenta pressões internacionais

O dólar brasileiro encerrou o mês de novembro em alta, atingindo a marca de R$ 4,91 em relação ao real. Esse movimento representou um aumento de 2,5% no valor da moeda norte-americana em comparação com o real brasileiro. Essa valorização do dólar foi impulsionada por uma série de fatores econômicos e eventos internacionais.

Uma das principais razões para essa alta foi a formação da Ptax mensal, que trouxe volatilidade ao mercado cambial. Além disso, os investidores reavaliaram suas expectativas em relação ao Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos. Após as últimas declarações de membros do Fed, a expectativa majoritária de um início de ciclo de afrouxamento monetário em março foi adiada para maio, o que afetou a confiança dos mercados.

No cenário internacional, indicadores econômicos dos Estados Unidos, como o PCE, apontaram para uma desaceleração da economia americana, o que também contribuiu para a valorização do dólar em relação a outras moedas globais.

No entanto, houve um momento de alívio no mercado cambial brasileiro no final da sessão, quando o diretor do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, sugeriu a possibilidade de acelerar o ritmo de cortes da taxa Selic em 2024, o que trouxe algum otimismo aos investidores locais.

O dólar à vista fechou em alta de 0,56%, a R$ 4,9152, mas perto da mínima do dia (R$ 4,9142). Na máxima, a moeda marcou R$ 4,9456. Em novembro, a moeda recuou 2,50% e, no ano, mostra baixa de 6,91%. A taxa Ptax encerrou em R$ 4,9355, com alta de 0,86% no dia e queda de 2,41% no mês. Às 17h06, o dólar futuro para janeiro de 2024 subia 0,20%, a R$ 4,9325.

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