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Investidores estrangeiros estão menos otimistas com o Brasil

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Investidores estrangeiros sacam R$ 3,17 bilhões da B3 em outubro, refletindo incertezas no mercado financeiro brasileiro.

Em outubro, a Bolsa de Valores do Brasil, B3, viu uma retirada significativa de R$ 3,17 bilhões por parte de investidores estrangeiros. Esse movimento ocorre em meio a preocupações com o cenário fiscal brasileiro e declarações do presidente Lula sobre a meta de déficit primário.

Além disso, gestores de fundos da América Latina, segundo levantamento do Bank of America, estão menos otimistas em relação ao Ibovespa. No dia 25 de outubro, houve um saque de R$ 439,7 milhões por investidores estrangeiros, refletindo a instabilidade percebida no mercado financeiro nacional.

Desconfiança no cenário fiscal brasileiro motiva retirada de capital estrangeiro

A situação fiscal do Brasil tem sido motivo de discussão e preocupação entre investidores e especialistas. Em meio a esse cenário, a Bolsa de Valores do Brasil, B3, registrou uma retirada expressiva de capital estrangeiro. De 1º a 25 de outubro, os investidores estrangeiros retiraram R$ 3,17 bilhões em ativos da B3.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recentemente sinalizou que o governo não atingirá a meta de déficit primário zero, gerando ainda mais incertezas no mercado. Além disso, um levantamento realizado pelo Bank of America apontou que gestores de fundos de investimentos da América Latina estão cada vez menos otimistas com a situação do Ibovespa, principal índice da B3.

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No dia 25 de outubro, a retirada de investidores estrangeiros chegou a R$ 439,7 milhões, demonstrando a desconfiança e a cautela desses investidores em relação ao mercado brasileiro. Em contraste, o investidor individual aportou R$ 345,6 milhões no mesmo dia, levando o superávit do mês a R$ 1,89 bilhão.

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A questão das altas taxas de juros, especialmente nos Estados Unidos, onde a taxa está entre 5,25% e 5,5%, também influencia a decisão dos investidores, sobretudo os estrangeiros. A combinação de fatores internos e externos tem impactado a confiança e as decisões de investimento no Brasil, e o mês de outubro reflete essa tendência de cautela e retração por parte dos investidores estrangeiros.

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Governo Lula se aproxima de rombo de R$ 100 bilhões nos cofres públicos em 2023

O rombo nas contas públicas do governo, registrado de janeiro a setembro de 2023, é o mais significativo desde 2020, quando o déficit alcançou R$ 850,2 bilhões. Em contraste, o ano de 2022 viu um superávit de R$ 37,9 bilhões no mesmo período. Estes dados, corrigidos pelo IPCA, são fornecidos pelo Tesouro Nacional.

Em termos nominais, o déficit atingiu R$ 93,4 bilhões nos primeiros nove meses de 2023. O saldo primário é calculado subtraindo-se as receitas das despesas, sem considerar os pagamentos de juros da dívida. No início do ano, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, havia estabelecido uma meta de déficit primário de R$ 100 bilhões para 2023.

Rogério Ceron, secretário do Tesouro Nacional, mencionou em uma coletiva de imprensa que existem “pressões adicionais” que podem afetar a meta de 2023. Ele citou impactos como a Lei Complementar 201/2023, que prevê compensações de R$ 20 bilhões aos estados e municípios, e a perda de arrecadação devido à variação cambial e inflação, estimada entre R$ 25 bilhões e R$ 30 bilhões.

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Além disso, havia a expectativa de arrecadar R$ 50 bilhões com o Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) em 2023, mas essa cifra foi revisada para apenas R$ 10 bilhões. Apesar dos desafios, Ceron reiterou o compromisso da equipe econômica em perseguir os objetivos estabelecidos.

Por outro lado, o governo federal registrou um superávit de R$ 11,55 bilhões em setembro de 2023, o melhor resultado para o mês desde 2010. Esse superávit foi impulsionado por recursos não sacados do PIS/Pasep, totalizando R$ 26,0 bilhões. Em comparação com setembro de 2022, houve um aumento real de 0,4%.


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