
- Azul (AZUL3) voltou a negociar na NYSE após concluir sua reestruturação financeira.
- A companhia participou da tradicional cerimônia ring the bell na Bolsa de Nova York.
- A empresa afirma que inicia uma nova fase focada em crescimento sustentável e geração de valor aos acionistas.
A Azul (AZUL3) celebrou nesta quinta-feira (9) seu retorno à New York Stock Exchange (NYSE), marcando oficialmente uma nova fase da companhia após concluir sua reestruturação financeira nos Estados Unidos. A empresa participou da tradicional cerimônia ring the bell, que abre os negócios da bolsa americana.
O movimento reforça a estratégia da companhia de ampliar sua presença entre investidores internacionais e consolidar o processo de recuperação após o Chapter 11.
Retorno à NYSE reforça nova estratégia
Durante a cerimônia em Nova York, executivos e tripulantes representaram a companhia no toque do sino que marca a abertura do pregão. Segundo o CEO John Rodgerson, o retorno à principal bolsa do mundo simboliza o início de um novo ciclo para a Azul.
Além disso, a empresa destacou que concluiu sua reestruturação com uma estrutura de capital mais simples e melhores condições para sustentar o crescimento de longo prazo.
Enquanto isso, as ações seguem negociadas normalmente na B3 sob o ticker AZUL3, enquanto os ADSs passaram a ser negociados na NYSE com o código AZUL.
Companhia mira expansão e investidores globais
Após concluir o processo de reorganização, a Azul afirmou que pretende concentrar seus esforços na expansão da frota, melhoria da experiência dos clientes e fortalecimento das operações no Brasil e no exterior.
Segundo a companhia, a presença na NYSE amplia sua visibilidade junto ao mercado internacional e fortalece a confiança dos investidores na nova fase da empresa.
Atualmente, a Azul opera mais de 800 voos diários, atende 137 destinos e conta com uma frota de aproximadamente 180 aeronaves, além de mais de 14 mil tripulantes.